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O que Fazer?

de Nikolai Tchernichévski
Editor: Editora Guerra & Paz, novembro de 2017 ‧
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RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
Esta é a história de Vera, Lopukhov e Krisanov, três jovens, amigos e amantes, que juntos se dedicam à revolução e à utopia. Contra a tirania da moralidade e da sociedade da época, sulcam a punho o seu caminho: tornam-se livres. Rakhmetov, figura misteriosa, mas de eleição para Lénine, revela o caminho a seguir: o do revolucionário, «o rigorista», com características idênticas às de Rakhmetov cujo papel é instruir e iniciar o processo de mudança, e o de ser perfeito, consciente, física e psiquicamente, um quase super-homem. Subversivo, O Que Fazer? incendiou paixões revolucionárias.

- O romance que mudou o rumo da história. Se não tivesse sido escrito, talvez não tivesse havido a Revolução de Outubro, que mudou o século XX, ao criar a União Soviética - Editado pela primeira vez em Portugal, traduzido do russo, 155 anos depois - Inclui nota introdutória e lista de personagens

O que Fazer?

de Nikolai Tchernichévski

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897023323
Editor: Editora Guerra & Paz
Data de Lançamento: novembro de 2017
Dimensões: 149 x 227 x 30 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 440
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789897023323

O Romance que influenciou a sociedade

Catarina Cepeda

Grande livro que foi proibido durante tanto tempo e poucos leitores ocidentais ouviram falar, e menos ainda leram.Nenhum livro da literatura moderna pode competir com "O Que Fazer?" . Muito emotivo, uma história forte e contemplante. Recomendo, afinal foi o livro que mudou a forma de pensar de Lenine.

SOBRE O AUTOR

Nikolai Tchernichévski

Nikolai Gavrílovitch Tchernichévski, democrata revolucionário russo, nasceu em 12 de julho de 1828. Em1806, entra para o Seminário de Penza e adota o toponímico Tchernichévski, em alusão a Tchernichevo, onde havia nascido. Entre 1846 e 1850, estuda História e Filologia na Universidade de São Petersburgo. A partir de 1853, passa a ser crítico literário da revista Sovremennik [O Contemporâneo], na qual permaneceu até 1862, ano em que é preso, acusado de agitação política ao participar na elaboração de um panfleto.

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