O Primeiro Amor é Sempre o Último

de Tahar Ben Jelloun
Editor: Quidnovi, abril de 2012 ‧
O Primeiro Amor é Sempre o Último foi editado em França em 1995. Inclui vinte e uma curtas narrativas, divertidas, sérias ou maliciosas inspirando- se tanto nas histórias das Mil e uma Noites como na existência quotidiana dos magrebinos. São histórias lendárias ou triviais que nos falam da dificuldade de comunicação entre o homem e a mulher árabes, da incompreensão, da solidão, do amor, da sexualidade, do prazer e da dor. Aqui encontramos duas mulheres que partilham o seu amor com Larbi, traficante de haxixe e amante inesgotável; Brahim, um encantador de serpentes que adquire uma intrigante víbora azul; Slimane, honesto taxista que acolhe um dia uma jovem grávida que transformará para sempre a sua vida; uma cantora marroquina, cuja voz lembra a de Oum Kalthoum, é raptada por um príncipe das arábias…

O Primeiro Amor é Sempre o Último

de Tahar Ben Jelloun

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895549276
Editor: Quidnovi
Data de Lançamento: abril de 2012
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 231 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 168
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Contos
EAN: 9789895549276

SOBRE O AUTOR

Tahar Ben Jelloun

Tahar Ben Jelloun é um escritor francófono de origem marroquina, mundialmente conhecido e que partilha a sua vida entre Paris e Tânger. Curioso da sociedade e do mundo que o rodeia publicou vários romances, novelas, contos, poemas, ensaios e obras de arte sendo também cronista regular de jornais franceses, espanhóis e italianos. Nasceu em 1944 em Fez e ensinou Filosofia no seu país natal. Exilou-se em França, em 1971. Obteve inúmeros títulos honoríficos, prémios e distinções internacionais, entre os quais o prestigiado prémio francês Goncourt pelo seu romance A noite sagrada, em 1987, e o prémio internacional Impac, em 2004, com a obra Uma ofuscante ausência de luz. Mais recentemente, o seu papel de intelectual interventivo foi reconhecido pela atribuição, entre outros, do prémio das Nações Unidas para a Paz, em 2006, ou do prémio para a Paz da Fundação Ducci, em 2009.

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