O Plano Merkel
Como Angela Merkel decide o nosso destino
Editor:
Marcador, julho de 2013 ‧
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SINOPSE
Setembro de 2005. Angela Merkel dá o tudo por tudo. Contam-se espingardas para as legislativas. Todos os votos são poucos. As sondagens antecipam, e bem, um empate técnico entre a CDU de Merkel e o SPD de Gerhard Schröder. Depois de renhida disputa, a 22 de novembro desse mesmo ano, Angela Dorothea Merkel seria empossada como a primeira chancelerina da República Federal Alemã. Quase todos, com Helmut Kohl à cabeça , subestimam a sua ambição e determinação.
A crise financeira de 2008 acabaria por empurrar Angela Merkel para o quotidiano mais íntimo de todos nós. O maior, mais central e industrializado país da Europa queria ter a última palavra na gestão do caos emergente. Na moeda única dos europeus. A receita prescrita? Austeridade ou, para utilizar o jargão de Berlim, consolidação orçamental.
Indiferente ao isolamento crescente da Alemanha, analítica e ambiciosa, a chancelerina prepara-se para ser eleita pela terceira vez. Ganhou gosto pelo poder e não se envergonha de sublinhar que está para ficar. De pedra e cal.
Quantos não se questionam hoje como foi possível uma só pessoa ter conquistado tamanho poder no Velho Continente. Corrige primeiros-ministros, neutraliza chefes de Estado, transfere Bruxelas para Berlim.
Contra todas as previsões, a famosa pergunta de Henry Kissinger - A quem vou telefonar se quiser falar com a Europa? - passou a ter a resposta óbvia.
A crise financeira de 2008 acabaria por empurrar Angela Merkel para o quotidiano mais íntimo de todos nós. O maior, mais central e industrializado país da Europa queria ter a última palavra na gestão do caos emergente. Na moeda única dos europeus. A receita prescrita? Austeridade ou, para utilizar o jargão de Berlim, consolidação orçamental.
Indiferente ao isolamento crescente da Alemanha, analítica e ambiciosa, a chancelerina prepara-se para ser eleita pela terceira vez. Ganhou gosto pelo poder e não se envergonha de sublinhar que está para ficar. De pedra e cal.
Quantos não se questionam hoje como foi possível uma só pessoa ter conquistado tamanho poder no Velho Continente. Corrige primeiros-ministros, neutraliza chefes de Estado, transfere Bruxelas para Berlim.
Contra todas as previsões, a famosa pergunta de Henry Kissinger - A quem vou telefonar se quiser falar com a Europa? - passou a ter a resposta óbvia.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789897540042 |
| Editor: | Marcador |
| Data de Lançamento: | julho de 2013 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 155 x 234 x 19 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 280 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Marcador Biografias |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Política
>
Política Europeia
|
| EAN: | 9789897540042 |
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