O Pecado de João Agonia

Livro 1

de Bernardo Santareno
Editor: Ática, setembro de 2009 ‧
Bernardo Santareno é considerado um dos maiores dramaturgos portugueses de sempre e o principal dramaturgo português do sec.XX. O Pecado de João Agonia, peça fundamental da dramaturgia de Santareno, aborda o tema da homossexualidade e a repressão exercida sobre os homossexuais no Portugal dos anos sessenta do século passado.

O Pecado de João Agonia

de Bernardo Santareno

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726171867
Editor: Ática
Data de Lançamento: setembro de 2009
Idioma: Português
Dimensões: 142 x 199 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 172
Tipo de produto: Livro
Coleção: Teatro
Classificação Temática: Livros em Português > Arte > Artes de Palco
Livros em Português > Literatura > Romance
Livros em Português > Literatura > Teatro (Obra)
EAN: 9789726171867
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

A Homossexualidade como acto revolucionário

LC

Bernardo Santareno foi um homem activista e revolucionário. Viveu sob o regime do Estado Novo e, no entanto, não tinha receio de revelar os seus ideais e princípios. O Pecado de João Agonia é uma obra emblemática que trata as questões da homossexualidade na sociedade portuguesa conservadora dos anos 60 do século passado.

O Pecado de João Agonia

Ilda Azinhais Velez

Um drama, no duplo sentido da palavra, tristemente atual, escrito num tempo em que ser diferente e pensar diferente eram um "pecado"...

SOBRE O AUTOR

Bernardo Santareno

Bernardo Santareno, pseudónimo literário de António Martinho do Rosário (Santarém, 19 de novembro de 1920 — Oeiras, 29 de agosto de 1980) é considerado o maior dramaturgo português do século XX.
Formado em Medicina psiquiátrica, Bernardo Santareno rapidamente conciliou a sua profissão de médico com a de escritor. Primeiro poeta, autor de três livros e mais tarde, em muito influenciado pelas experiências como médico da frota bacalhoeira portuguesa na Terra Nova e Gronelândia que incluiria no seu único livro de narrativas, «Nos mares do fim do mundo», dedicou-se ao teatro.
Da sua obra teatral destacam-se «A promessa», «O lugre», «O crime da aldeia belha» ou «O judeu»; a primeira foi retirada de cena por pressões da Igreja Católica junto do governo salazarista.
Várias das suas obras foram adaptadas ao cinema e a telefilmes.

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