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O Passado é para Sempre

de José do Carmo Francisco
Editor: On y va, abril de 2026 ‧
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José do Carmo Francisco, autor das crónicas de O Passado É para Sempre, deixa na contracapa do livro a seguinte nota:

Sendo o mundo actual uma terrível fábrica de esquecimento, compete ao autor de um livro de crónicas transformar o caduco em perene, tal como acontece com as folhas das árvores.
O jornal acaba muitas vezes no fundo do caixote do lixo doméstico ou a embrulhar peixe no mercado; o livro pode durar um pouco mais. Agora as notícias já não existem, apenas se repara no barulho feito à sua volta.
Uma crónica tem a desvantagem de não ter qualquer barulho de fundo. O cronista está ali para dar o seu recado e o seu testemunho, mas apenas por palavras - e a arte da palavra é uma arte pobre.
Aquilo que um general disse um dia sobre os crimes da Guerra Colonial («Já ninguém se lembra...») é o perigo que corre um livro de crónicas como este: o de já ninguém se lembrar dele daqui a alguns anos.
O cronista é o repórter da companhia violenta do mundo (recorro ao título de um livro de Victor Matos e Sá) e escreve para que o esquecimento não vença a importância das pessoas e dos seus momentos.
Tal como o poeta num poema, o que o cronista procura na crónica é alcançar o equilíbrio precário entre a canção e a reflexão, entre a balada e o proveito e o exemplo que é a moral adjacente a todas as histórias.
O que o cronista quer ser é historiador do quotidiano - nada mais.

O Passado é para Sempre

de José do Carmo Francisco

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899206373
Editor: On y va
Data de Lançamento: abril de 2026
Idioma: Português
Dimensões: 130 x 200 x 5 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 78
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Crónicas
EAN: 9789899206373

SOBRE O AUTOR

José do Carmo Francisco

Nascido em 13 de fevereiro de 1951, em Santa Catarina (Caldas da Rainha), José do Carmo Francisco estreou-se no livro coletivo Lugar de Ser, de 1971. Iniciais, o seu primeiro livro individual (1981), foi distinguido com o Prémio Revelação da Associação Portuguesa de Escritores (APE). Poeta, jornalista, autor de contos, crónicas e biografias, organizou duas antologias: O Trabalho (1985) e O Desporto na Poesia Portuguesa (1989). No livro de entrevistas As Palavras em Jogo (2009) reúne uma memória e trinta conversas com figuras das artes, das letras, da rádio, do desporto e da política. Em 2005, Ruy Ventura publicou José do Carmo Francisco – uma aproximação (com nota introdutória de António Cândido Franco).
José do Carmo Francisco colabora com a revista Filamentos, da Universidade Estadual da Califórnia (Fresno, Estados Unidos), e com os jornais Diário Insular (Angra do Heroísmo), Correio do Ribatejo (Santarém), O Casapiano (Lisboa) e Milénio Stadium (Toronto, Canadá). Integra os corpos gerentes da APE e da Associação Portuguesa dos Críticos Literários (APCL). Na On y va publicou dois volumes de crónicas, A Pátria da Chuva (2024) e O Passado É para Sempre (2026). Em 2021, assinalando cinquenta anos de vida literária, publicou o livro de poesia Afinal.

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