O Paraíso das Damas

de Émile Zola
Editor: Livraria Civilização Editora, junho de 2013 ‧
ESGOTADO OU NÃO DISPONÍVEL
Venda o seu livro
O Paraíso das Damas conta a história de Denise Baudu, uma jovem órfã de vinte anos que acaba de chegar a Paris, vinda da província, na companhia dos dois irmãos. Denise começa a trabalhar na loja de tecidos e confeções "Paraíso das Damas", um dos primeiros armazéns de Paris, uma loja em constante expansão sob a chefia do magnata Octave Moret.
No universo turbulento das grandes lojas de Paris, que começavam a revolucionar o comércio da época, o romance de Zola descreve uma cidade moderna, mostrando as mudanças de comportamento dos sexos e das classes.

O Paraíso das Damas

de Émile Zola

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722636193
Editor: Livraria Civilização Editora
Data de Lançamento: junho de 2013
Idioma: Português
Dimensões: 149 x 210 x 28 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 408
Tipo de produto: Livro
Coleção: Novos Clássicos
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722636193

Um dos "meus" Mestres!

Ana Cardoso

Zola é um Mestre da Literatura e todos o sabemos, mas não basta ficar por esta informação genérica de cultura geral. Não, é necessário mergulhar nas suas obras e no seu Realismo cru, brutal e simultaneamente elegante. Não querendo ferir susceptibilidades, e muito menos olvidar nomes como o de Victor Hugo ou Balzac, Zola consegue descrever qualquer circunstância com inigualável paleta de cores e "O Paraíso Das Damas" é um belíssimo exemplo da sua genialidade. Melhor, dentro da sua vasta obra, só "A Taberna".

Maravilhoso!

DL

Este é um excelente livro, muito mais gentil na sua representação das classes trabalhadoras do que é habitual para Zola, embora o tema abrangente de uma grande máquina industrial de pessoas permaneça. Tem personagens muito bem conseguidas, pessoas boas, pessoas más e pessoas muito malcriadas. A BBC fez uma série maravilhosa com base neste romance, e foi uma das razões para ler este livro. Mostra os tempos de mudança e o aparecimento do consumismo, bem como uma história de amor diferente, com uma heroína que definitivamente não encaixa nos padrões de beleza.

Mergulho

AS

Mergulho em tecidos, cores, movimentos, cidade parisense, elites e vaidades! Já faz 3 anos que li este livro e o que me ficou na memória não foi a história em si que Zola conta, mas a descrição de um Paris fabuloso, um Paris central, onde tudo nasce, onde tudo é possível! Isto é essencial em Zola, visto que ele leva um minucioso cuidado em descrever a época e do que ela era feita! Quem gosta de moda e da cidade das luzes deveria obrigatoriamente esta obra...colorida!

A Europa de Fim de Século

Rui Proença Martins

Este livro é mais um retrato magistral de Zola sobre a Paris do final do século XIX, de quando a Europa comandava o comércio mundial e todas as revoluções tecnológicas a que se assistiam naquela época de modificações sociais e económicas no esplendor do capitalismo industrial europeu.

Titulo de aconselhavel leitura

Carlos Barbas

Um clássico de Zola que muito bem reflete a realidade das vidas da época. Sem duvida uma leitura recomendável.

SOBRE O AUTOR

Émile Zola

Émile Zola nasceu em 1840 em Paris. Cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon, regressando a Paris para continuar os estudos. A braços com dificuldades financeiras após a morte do pai, trabalhou em escritórios e colaborou em diversos jornais. Com a entrada na Hachette, Zola iniciou-se no mundo da literatura, conhecendo escritores como Taine, Stendhal, Balzac e Flaubert. Publicou os primeiros poemas, contos e artigos e, aos vinte e cinco anos, trocou a vocação inicial de poeta pela de romancista, escrevendo La Confession de Claude. A partir daí, viveu como jornalista e romancista, publicando Le voeu d’une morte (1866) e Thérèse Raquin (1867), obra que afirmou a sua estética naturalista, integrando teorias da sua época como o darwinismo, o evolucionismo e o determinismo científico. Inspirado n’A Comédia Humana de Balzac, iniciou em 1871 a série Rougon-Macquart, a que deu o subtítulo História natural e social de uma família sob o Segundo Império. Dela fazem parte Nana (1880) e Germinal (1885), duas das suas principais obras. Entretanto, em 1880, publicara O Romance Experimental, manifesto literário do movimento naturalista. Para Zola, o romancista era um observador da Natureza, adotando uma atitude experimental e trabalhando os factos sociais e emocionais como um químico trabalha com a sua matéria. Os seus livros percorreram temas tão diversos como as greves dos mineiros em Germinal, o alcoolismo das classes trabalhadoras em L’Assommoir, a decadência sexual das classes abastadas em La Curée e a ligação dos camponeses às suas terras em La Terre. Algumas das suas obras foram consideradas escandalosas na época, e nunca foi escolhido para a Academia Francesa, a que foi candidato vinte e quatro vezes. Em 1898, Zola participa no debate público relativo ao Caso Dreyfus, defendendo a inocência, que se viria a provar, do acusado. O seu artigo «J’accuse», publicado no L’Aurore, acabou por levar à revisão do processo judicial. Mas a sua publicação fez com que fosse processado e condenado a um ano de prisão, o que o levou a exilar-se em Inglaterra. Morreu em 1902 no seu apartamento na rua de Bruxelles, em condições que não excluíram a hipótese de assassínio.

(ver mais)

LIVROS DA MESMA COLEÇÃO

DO MESMO AUTOR

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU