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O Pacto Nazi Soviético

de Manuel S. Fonseca
Editor: Editora Guerra & Paz, fevereiro de 2025 ‧
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RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
O Pacto Nazi-Soviético, da autoria de Manuel S. Fonseca, apresenta aos leitores portugueses um conjunto de documentos essenciais para se compreender o começo da II Guerra Mundial.

Hitler e Estaline assinaram um Pacto de Não Agressão, em 23 de Agosto de 1939. Oito dias depois Hitler invadiu a Polónia.

Se o pacto era um acordo de paz, como foi possível que tenha sido, como o foi, o tiro de partida para a guerra?

Se Hitler e Estaline assinaram um acordo de paz, por que razão não há no pacto nenhuma cláusula que desobrigue as partes no caso de um deles começar uma guerra de agressão?

O pacto era só o texto, que foi anunciado candidamente ao mundo, ou havia, por baixo da mesa, protocolos secretos?

Se a União Soviética queria a paz, até para recuperar o seu exército, que as purgas de Estaline teriam enfraquecido, por que razão três semanas depois do pacto o seu exército invadia a Polónia, retalhando-a com Hitler?

Neste livro encontra as respostas a estas perguntas, fundamentadas nos documentos, nos protocolos secretos (que Gorbachev reconheceu como verdadeiros), nos discursos de Hitler e de Estaline, mesmo nas felicitações dos comunistas à agressão de Hitler.

O Pacto Nazi Soviético

de Manuel S. Fonseca

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895761579
Editor: Editora Guerra & Paz
Data de Lançamento: fevereiro de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 233 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 144
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > História > História Moderna e Contemporânea
EAN: 9789895761579

Um pacto com traços tão atuais

Fernando Flores

Este é um dos documentos que deve ser lido por todos o que se interessam pela história do Séc. XX e pelos seus reflexos nos dias de hoje. O livro revela os aspetos secretos do Pacto Nazi-Soviético que afinal nos conduzem a tantas perguntas, muitas delas ainda por responder. Uma dessas questões que gostaria que fosse motivo de reflexão é: Se Hitler não tivesse invadido a URSS, será que Estaline teria apoiado os aliados contra as forças nazis?

SOBRE O AUTOR

Manuel S. Fonseca

Tinha cinco anos quando chegou a Angola, ao musseque Sambizanga, em Luanda, cidade em que viveu, com interregno de dois anos no Lobito, até final de 1976. Infância, adolescência e independência são a matéria do livro Crónica de África. Admirador impenitente das crónicas de Nelson Rodrigues e António Lobo Antunes, quis, nesta Crónica de África, tratar as suas cenas da vida real com o gosto narrativo que tanto o deslumbra no cinema.
Cronista no Expresso e no Jornal de Negócios, com artigos publicados no JL, Semanário, Face, Marie Claire CM e Granta, foi, antes, autor de Michelangelo Antonioni e Francis Ford Coppola, biografias editadas pela Cinemateca. Coautor, com João Bénard da Costa, do volume IV do Cinema Musical. Na Guerra & Paz, foi autor de A Revolução de Outubro – Cronologia, Utopia e Crime, Pequeno Dicionário Caluanda e o Pequeno Livro dos Grandes Insultos. Organizou e prefaciou várias antologias de Fernando Pessoa, em particular Que Salazar era o Salazar de Fernando Pessoa e a trilogia de livros ligados às grandes tragédias do século XX, Manifesto Comunista, Mein Kampf e Pequeno Livro Vermelho. Prefaciou ainda obras de Platão, Jonathan Swift, Rimbaud, Mark Twain, Claude Le Petit, Oscar Wilde e Pierre Félix- Louÿs.

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