O Pacto das Catacumbas
A missão dos pobres na Igreja
SINOPSE
Para compreender este gesto é necessário recuar três anos antes, ao momento em que se constituiu o chamado grupo «Igreja dos pobres», na sequência do apelo radiofónico de João XXIII: «Perante os países subdesenvolvidos, a Igreja mostra-se como aquilo que ela é e quer ser: a Igreja de todos e, sobretudo, a Igreja dos pobres» (Mensagem de 11 de setembro de 1962). Até ao fim do Concílio, o grupo reúne-se quase semanalmente para refletir sobre o que acontecia nas assembleias plenárias à luz do tema «Igreja dos pobres». E, a algumas semanas do fim dos trabalhos conciliares, «viveu a dor de ver que os pobres, como sempre, eram esquecidos» (Bárbara Bucker).
Dessa dor brotou uma proposta de vida pobre entre os pobres, ao estilo de Jesus de Nazaré: o Pacto das Catacumbas.
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«O pacto com o radicalismo evangélico em torno da pobreza que teve e nos deixou é, mais uma vez, um daqueles estímulos que quase ciclicamente é dado à Igreja toda para voltarmos ao princípio que nos define como cristãos”
D. Manuel Clemente, in apresentação na Capela do Rato
«“muito” do que foi assinado nas criptas de Santa Domitila tem “de sair urgentemente das catacumbas” para que se cumpram os desígnios de há 50 anos.
...
Os pobres não estão nas catacumbas porque na situação em que vivem até os cegos são obrigados a ver.»
Eugénio Fonseca, Presidente da Cáritas, in Agência Ecclesia
«A força profética e política dos doze pontos desse pacto, depositado pelos signatários nas mãos do Papa Paulo VI, e a exemplar fidelidade dos seus protagonistas fazem do pacto das catacumbas um dos documentos fundamentais para entender algumas das horas mais luminosas do catolicismo contemporâneo. A oportunidade do seu cinquentenário, coincidente com o pontificado do Papa Francisco, tem provocado um enorme interesse e debate, com a tradução do texto original em várias línguas.»
José Tolentino Mendonça, in Expresso
«Pode ser um excelente instrumento para renovar a Igreja.»
José Antunes da Silva, in Diário de Notícias
«Quem o pacto pela primeira vez não pode deixar de pensar como ele está próximo do Papa Francisco. De certo modo, o Papa é fruto do compromisso daqueles bispos que procuravam viver de forma simples, sem ostentação, próximos do povo e solidários com os pobres.»
José Antunes da Silva, in Diário de Notícias
«Pacto quase desconhecido até hoje… um compromisso assinado nas catacumbas.»
António Marujo, in Jornal de Notícias
«Aqui podemos não só conhecer o conteúdo do Pacto e a sua história, como redescobrir o seu sentido à luz do Evangelho de Jesus, transportá-lo para a vida da Igreja e de todos os cristãos e alargá-lo para novos sentidos (o lugar das mulheres e de todos os leigos numa Igreja ainda com marcas clericais). Na linha do convite atual do Papa Francisco, o leitor encontrará nesta obra um excelente instrumento de formação cristã e espiritual».
Rui Pedro Vasconcelos, in revista Mensageiro de Santo António
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896734916 |
| Editor: | Paulinas Editora |
| Data de Lançamento: | novembro de 2015 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 143 x 210 x 19 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 248 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Igreja no Tempo |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Religião e Moral
>
Catolicismo
|
| EAN: | 5603658174281 |
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