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O Nome do Poeta

de Isabel Cristina Pires

editor: Editorial Caminho, abril de 2003
Como brota, adoece e morre esta aura mágica entre duas criaturas? Queremos a paixão para todo o sempre, intocada pela vida e pelos outros. Mas os amorosos são viajantes, são nómadas que não podem parar em lugar nenhum. Não há refúgio para eles, apenas podem construir todos os dias o amor que se desvanece — pelo mero facto de existir.

«À minha geração tinha-lhe calhado o lugar entre duas cadeiras, tudo tão mal apoiado que ninguém se segurava no casamento. Casámos com a convicção de que tínhamos tudo certo e garantido.[…] Amor eterno. Esclarecido. Calças à boca de sino e mini-saias, trunfas de cabelo e gola alta. E a convicção de uma enorme pureza, de uma enorme verdade nos cravos deste país, mas sobretudo de que continuaríamos apaixonados para sempre; aliás toda a literatura sobre o assunto era unânime na questão, John, Chauffeur Russo, por exemplo, A Gata Borralheira ou até, implicitamente, As Meninas Exemplares.»

«À minha geração tinha-lhe calhado o lugar entre duas cadeiras, tudo tão mal apoiado que ninguém se segurava no casamento. Casámos com a convicção de que tínhamos tudo certo e garantido.[…] Amor eterno. Esclarecido. Calças à boca de sino e mini-saias, trunfas de cabelo e gola alta. E a convicção de uma enorme pureza, de uma enorme verdade nos cravos deste país, mas sobretudo de que continuaríamos apaixonados para sempre; aliás toda a literatura sobre o assunto era unânime na questão, John, Chauffeur Russo, por exemplo, A Gata Borralheira ou até, implicitamente, As Meninas Exemplares.»

O Nome do Poeta

de Isabel Cristina Pires

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722115834
Editor: Editorial Caminho
Data de Lançamento: abril de 2003
Idioma: Português
Dimensões: 135 x 209 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 184
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722115834
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
e e e e e

“O Arizona é uma terra mágica! E o Homem um labirinto sem remédio!”

Ana Parracho Brito

Este livro fantástico (2003), de Isabel Cristina Pires, poeta e romancista, é um verdadeiro laboratório da narrativa de possíveis vidas: apresenta-nos um mundo de experiências, de encontros e desencontros, de vivências reais e/ou subjetivas, de amores possíveis e impossíveis, onde tudo é verde e se sai de casa com uma paixão, um aperto no peito ante a possibilidade de vir a conhecer poetas que migram para dentro de si, que transportam palavras e feridas, que pronunciam o amor e calam as sombras. É um enunciado assaz inteligente, claramente, introspetivo, cruzando o vazio e o silêncio...A mulher precisava de ver o poeta, porque tinha saudades de lhe confiar poemas e de ouvir os dele, de lhe mostrar o país com tantos recantos misteriosos para abraçar juntos, mas tudo acaba numa sala em frente a uma lareira, sem nada para dizer…além das chamas que se retorciam no invólucro da sua própria beleza. As palavras da escritora, além de mágicas, são talhadas na tábua do coração. Recomendo, vivamente, a leitura deste exímio romance, uma viagem literária, escrito com uma imaginação companheira de uma existência viva, calorosa e inquieta que, também, encontramos na sua sublime arte poética.

e e e e E

Recomendo

Gabriela

Não conhecia a autora e dela li primeiro A Casa em Espiral, um livro de contos que adorei. Por isso quis ler outros livros dela e encomendei Deserto Pintado, livro de poesia e O Nome do Poeta. Ainda estou no início deste livro, mas estou a gostar muito de o ler, reencontrando nele a escrita especial da autora

Isabel Cristina Pires

Isabel Cristina Pires nasceu em Pampilhosa, a 20 de Agosto de 1953, e licenciou-se em Medicina pela Faculdade de Medicina de Coimbra, em 1976. Actualmente é Chefe de Serviço de Psiquiatria do Hospital Psiquiátrico do Lorvão, onde exerceu o cargo de directora clínica. Desde 1987 que tem vindo a publicar regularmente prosa e poesia na Editorial Caminho (Universal Limitada, Prémio Caminho de Ficção Científica e Prémio Revelação da revista Mulheres, A Árvore das Marionetas, A Casa em Espiral (2.a ed. Círculo de Leitores), e quatro livros de poesia: A Roda do Olhar, À Porta de Nárnia, Cobra de Papel e Todas as Cores do Azul. Durante alguns anos colaborou na revista Viver com Saúde, com artigos de índole médica e uma crónica mensal. Está representada em diversas antologias de poesia e conto, quer em Portugal quer no estrangeiro (em francês, inglês e alemão). O livro de contos Universal, Limitada foi traduzido para catalão. Há cerca de três anos começou a interessar-se pela pintura. Filha do pintor Domingos Pires, é autodidacta, trabalhando em acrílico sobre tela. Tem participado em exposições individuais e colectivas.

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