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O Natural É Político

de Teresa Moure
idioma: espanhol, galego
Editor: Edicións Xerais, novembro de 2008 ‧
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Un dos tópicos máis arraigados recoñece Galiza como unha paisaxe: un país verde, de dondas montañas e mil ríos, onde a poboación vive da casa labrega ou do oficio mariñeiro, apegada ao territorio e ao seu. Hai varias décadas que ese modelo deixou de existir para ser aceleradamente substituído polo único vixente coa globalización neoliberal. O natural é político, o novo ensaio de Teresa Moure, non é un texto especializado. Un determinado modelo de desenvolvemento económico e os problemas globais do planeta (quecemento, cambio climático, contaminación) desatan unhas páxinas en que alterna o ensaio literario coas narracións, para provocar unha revolta contra o medioambientalismo eslamiado e o consumismo masivo. Velaquí un berro doente a prol da liberación animal, da desobediencia civil que practica segas de cultivos transxénicos, da toma de conciencia; de estarmos, en fin, a vivir un momento crucial na historia da humanidade. A pesar de a literatura ecolóxica ter sona de pesimista, o texto participa do entusiasmo liberador, do compromiso e a militancia, e propón o ecoloxismo como unha estratexia de liberación nacional, un modelo de existencia atento non só aos intereses económicos, senón tamén á conservación da vida, que poña os coñecementos técnicos e científicos ao servizo dos ecosistemas e desenvolva técnicas menos agresivas na liña dun movemento que xa se coñece como ecoloxía profunda.

O Natural É Político

de Teresa Moure

Propriedade Descrição
ISBN: 9788497829106
Editor: Edicións Xerais
Data de Lançamento: novembro de 2008
Idioma: Espanhol, Galego
Encadernação: Capa mole
Páginas: 224
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Ensaios
EAN: 9788497829106

SOBRE O AUTOR

Teresa Moure

De Teresa Moure dizem que no seu tempo livre escreve. Às vezes mesmo nas paredes. E não falta quem assegure tê-la visto a estragar com grafite o mobiliário urbano por não dispor dum computador à mão. Entre parede e parede, reparte mimos sem medida, que ela nunca foi comedida nem mesurada e cultiva uma horta abafada de flores de uma beleza mortífera. Ainda que ninguém a visse nunca sem um livro nas mãos, mente a quem a quiser escutar contando detalhes atrapalhados sobre as suas experiências -que apenas ela assegura serem tantas-, e as suas viagens ao longo do planeta, -quase todas imaginárias-.
O seu maior desejo seria pastorear uma manada de girafas, mas, como estes teimosos animais não se habituam à chuva galega, está a pensar em inventar algo com que varrer as nuvens negras do céu.
Talvez seja certo que escreveu vários textos em galego, porque tem o vício de se comprometer com as causas difíceis. Professora na Universidade de Santiago de Compostela de uma especialidade com o procaz nome de linguística geral, absorve cada dia do estudantado a energia necessária para o peso cruel da existência não a esmagar, nem lhe empeça de se somar a qualquer guerrilha que se levante, insurgente, para construir um mundo melhor.

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