Ostrácia
Editor:
Através Editora, março de 2025 ‧
ver detalhes do produto
16,20€
10% DESCONTO
IMEDIATO
WmxCdlVqVTNTbXRCTkdsMGRTc3lXbEo1WW1ZeFZraFJWaTl5YmxoV01XaHpMMVFyTmpGSlNHUmlOVkZ4YWtwTmJrUTRSbG8yYUVGaGJVMXVVWHBRU1c5SEsyUjBSV3RJYUc1aE5qWmpPWGRNVUhaTWFXaEZVMDlCVEhkd1ZISnBieTkxWWxwQ1kwRnFSM0Z4Vm0xMlZVOXBVa2xsWlhNMlYwMUVSbkpsYlVSbGJXRk9lVlpJUzNKdVdrcHFaQ3M1TUhSWmNHWTVUbUl2VVZGSGQwWm9lR295WTFOVGNtVldTRU5PTVdFM05FazFiVk5PU0VaTFNEVnJibk5LY1RoNFlrbFpRa3hPUWxSdmRWRlBlalJuYUhZeVRYRTFkaTlWYzBaMVZEVjRXWGRIYzB0S00yUk5hR1ZhVkU4dmNWcDNTMmc1UmtKYWMyczFRMjl0ZFhoSlluZE1Sa1YyV0VZcmNXb3haRWRDVkV0YVkxZHdaV0UyTjNoblUzSlZibmxDWVZOcGJWaEhZa1ZOWmpObVZsVkNjRzlLVVhGR05TOXVOV2hxYVRneE5rbzVjVWt3UzA5b2NtNDFORGgzUkc1MlZqVklTSEpZU21sNllscEVSVkEyV2k5RFEwZEVWRzE2UmtneGNHaGphVU5yYjA5UlMwMXBPVWt5TTJRdmNqZGFUMWRwUzFocmNFSmljemgwY1VFMFRqWkJOamRzUWxsNWRIUlFWbGhNTlhGdFpEWnlXbEYyV1RsUmVqUlBhbGhPTWt4R1NrbDBhWGhOYTFjMFluWmhMMWxUTURoUFNGTllWa0pNZFZCTlNtbE5SMEZuVUZkTU5qZDFkV1JRWjBjck5HRjFSM1JsTURoUllWVXdhalZSVG5odGJXY3lRbnB6ZUVsWmNETTFiRWx3Vm5SNmRqQmpiSEp4VjFSd2FWVXljSEl2YlRoT1dIZEJSeXMwUzJabGNUZG9WRlZDU1M5NVlUQXdVbUZ0UmpSRlQyNUhkVmx3ZW01NFRrcDRaVlF5YUVOSFkyWlRjMklyT0hveU0zWkxUVk5vZFhsaWR6MDk6aUdWMFJRUG5DYklHTVdzYXVmMHkvZz09
EM STOCK
-
portes grátis
SINOPSE
Dum lado, a História; doutro, a intimidade. Dum lado, as palavras de ordem das ideologias políticas revolucionárias. Doutro, o orgasmo múltiplo e os fetiches do Domínio e a Submissão. Dum lado, as figuras de Lenine, Alexandra Kollontai, Nádia Krupskaia e, sobretudo, Inessa Armand. Doutro, a experiência de escrever sendo mulher e, portanto, interpretada como autora de textos vagamente feministas, reivindicativos mas também florais e românticos. Quando a escritora acha um fio narrativo singular -a vida da revolucionária bolchevique Inessa Armand-, experimenta certas contradições.
Inessa Armand é um nome secundário na história, apenas identificável como a amante de Lenine. Aliás, participou ativamente na cúpula bolchevique, fundou sociedades feministas, dirigiu jornais, enfrentou-se às normas sociais ao abandonar o marido para marchar com o seu cunhado, de dezassete anos, e foi obrigada a exilar-se dois anos no Ártico. Porém, Ostrácia não pode ser mais um romance sobre a épica das mulheres bravas porque a escritora tem a vontade de explorar o território da exclusão, das margens, esses espaços da dissidência política onde os nossos nos confinam por não luzirmos tão claros e obedientes como dantes.
Ostrácia é um castigo merecido, um lugar e um tempo para reinventar-se. E os amores entre Lenine e Inessa Armand reescrevem as vidas atuais e explicam o relato das revoluções interiores. Se a militância for entrega, se as ideologias tiverem que mudar o mundo, então Inessa Armand e a escritora devem entrelaçar-se para contar o nunca contado: que Política e Erótica vão da mão, que tudo na Política, como na cama, se reduz a bailar com o Desejo. Para a política não ser politiquinha e o Desejo não se conformar com desejinhos. Para fazermos habitável a Ostrácia.
Inessa Armand é um nome secundário na história, apenas identificável como a amante de Lenine. Aliás, participou ativamente na cúpula bolchevique, fundou sociedades feministas, dirigiu jornais, enfrentou-se às normas sociais ao abandonar o marido para marchar com o seu cunhado, de dezassete anos, e foi obrigada a exilar-se dois anos no Ártico. Porém, Ostrácia não pode ser mais um romance sobre a épica das mulheres bravas porque a escritora tem a vontade de explorar o território da exclusão, das margens, esses espaços da dissidência política onde os nossos nos confinam por não luzirmos tão claros e obedientes como dantes.
Ostrácia é um castigo merecido, um lugar e um tempo para reinventar-se. E os amores entre Lenine e Inessa Armand reescrevem as vidas atuais e explicam o relato das revoluções interiores. Se a militância for entrega, se as ideologias tiverem que mudar o mundo, então Inessa Armand e a escritora devem entrelaçar-se para contar o nunca contado: que Política e Erótica vão da mão, que tudo na Política, como na cama, se reduz a bailar com o Desejo. Para a política não ser politiquinha e o Desejo não se conformar com desejinhos. Para fazermos habitável a Ostrácia.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9788416545971 |
| Editor: | Através Editora |
| Data de Lançamento: | março de 2025 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 141 x 212 x 19 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 316 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9788416545971 |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
O Homem da Concertina10%Booksfactory14,40€
16,00€portes grátis -
Nuninha10%Rosa de Porcelana Editora13,50€
15,00€