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O Mistério de Sittaford

Obras de Agatha Christie N.º 29

de Agatha Christie
Editor: Edições Asa, abril de 2005 ‧
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Numa casa de campo isolada, seis pessoas preparam-se para uma sessão de espiritismo. À volta da mesa, a tensão aumenta quando os apelos são atendidos e os espíritos se fazem ouvir através de uma mensagem arrepiante: “O capitão Trevelyan… morto… crime.”
Terá isto sido fruto de magia negra ou poderá não ter passado de uma piada macabra? A única forma de esclarecer a situação é localizar o visado. Infelizmente, Trevelyan mora a alguns quilómetros de distância. Com a neve a bloquear as estradas, alguém terá de enfrentar o temporal e a escuridão da noite, e fazer o percurso a pé… Para encontrar Trevelyan assassinado.

O Mistério de Sittaford (The Sittaford Mystery) foi originalmente publicado na Grã-Bretanha em 1931.

Para mais informações pode consultar o site oficial de Agatha Christie em: www.agathachristie.com

O Mistério de Sittaford

Obras de Agatha Christie N.º 29

de Agatha Christie

Propriedade Descrição
ISBN: 9789724141411
Editor: Edições Asa
Data de Lançamento: abril de 2005
Idioma: Português
Dimensões: 140 x 216 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 224
Tipo de produto: Livro
Coleção: Obras Agatha Christie
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Policial e Thriller
EAN: 9789724141411
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

O espiritismo à la Agatha Christie

Cristina M.

Tudo se complica quando uma simples sessao de espiritismo entre 6 moradores da vila de Sittaford, advinha a morte de um capitão que mora a alguns kilometros de distância...

Surpreendente!

Cristina Albuquerque

Um mistério que envolve o oculto, um enigma que vai deixar o leitor preso até à última página. Como não pode deixar de ser Agatha Christie envolve o leitor na história e reserva para o final uma grande surpresa.A ler, sem sombra de dúvida.

SOBRE O AUTOR

Agatha Christie

Agatha Christie nasceu Agatha May Clarissa Miller, em Torquay, na Grã-Bretanha, em 1890. Durante a I Guerra Mundial, prestou serviço voluntário num hospital, primeiro como enfermeira e depois como funcionária da farmácia e do dispensário. Esta experiência revelar-se-ia fundamental, não só para o conhecimento dos venenos e preparados que figurariam em muitos dos seus livros, mas também para a própria conceção da sua carreira na escrita. Com o seu segundo marido, o arqueólogo Max Mallowan, Agatha viajaria um pouco por todo o mundo, participando ativamente nas suas escavações arqueológicas, nunca abandonando contudo a escrita, nem deixando passar em claro a magnífica fonte de conhecimentos e inspiração que estas representavam.
Autora de cerca de 300 obras (entre romances de mistério, poesia, peças para rádio e teatro, contos, documentários, uma autobiografia e seis romances publicados sob o pseudónimo de Mary Westmacott), viu o seu talento e o seu papel na literatura e nas artes oficialmente reconhecidos em 1956, ano em que foi distinguida com o título de Commander of the British Empire. Em 1971, a Rainha Isabel II consagrou-a com o título de Dame of the British Empire. Deixando para trás um legado universal celebrado em mais de cem línguas, a Rainha do Crime, ou Duquesa da Morte (como ela preferia ser apelidada), morreu em 12 de janeiro de 1976. Em 2000, a 31st Bouchercon World Mistery Convention galardoou Agatha Christie com dois prémios: ela foi considerada a Melhor Autora de Livros Policiais do Século XX e os livros protagonizados por Hercule Poirot a Melhor Série Policial do mesmo século.

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