O Meu Negro Passado

de Laura Esquível
Editor: Edições Asa, novembro de 2020 ‧
O inesquecível romance Como Água Para Chocolate emocionou milhões de leitores em todo o mundo. Laura Esquivel regressa agora a esse mundo mágico com uma poderosa história sobre a força e a liberdade das mulheres. María fica destroçada ao ver o seu casamento desmoronar-se abruptamente. O seu único refúgio é o diário de Tita, que lhe é dado pela sua avó Lucía. E é quando mergulha na vida íntima de Tita que descobre não apenas velhos segredos de família mas também a capacidade de o espírito humano se elevar, graças à alquimia que transforma os ingredientes naturais em alimento.

A voz de María, da mesma estirpe guerreira que sempre caracterizou as mulheres De la Garza, continua a tecer a saga da família... a jovem terá de percorrer um longo caminho enquanto vai recuperando a sua força interior. Sem que se aperceba, começa a criar fortes laços com todos os seus antepassados. A pouco e pouco, María renasce. Mas o verdadeiro dilema surge quando volta a experimentar o mais profundo dos sentimentos: o amor.

O Meu Negro Passado é uma defesa do espírito feminino - é a melhor receita contra os males dos nossos tempos: o desenraizamento, a alienação e a frivolidade. Na senda de Como Água Para Chocolate, é uma obra que não deixará ninguém indiferente - um épico retrato de várias gerações de mulheres livres e apaixonadas que nos ensinam a ultrapassar as adversidades da vida.

O Meu Negro Passado

de Laura Esquível

Propriedade Descrição
ISBN: 9789892349619
Editor: Edições Asa
Data de Lançamento: novembro de 2020
Idioma: Português
Dimensões: 155 x 235 x 14 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 216
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789892349619

Maravilha ternurenta... e mais!

Inês Fernandes

Mais uma maravilhosa leitura proporcionada por Laura Esquível. Como acontece com os livros do Mário Zambujal - com 1 sabor diferente, porque 1 estilo diferente -, é como um "rebuçado" que acaba demasiado depressa.

Maravilha ternurenta... e mais!

Inês Fernandes

Mais uma maravilhosa leitura proporcionada por Laura Esquivel. Como acontece com os livros do Mário Zambujal - com 1 sabor diferente, porque 1 estilo diferente -, é como um "rebuçado" que acaba demasiado depressa.

Recomendo! Uma ótima prenda de Natal.

Noemia Lopes

Uma viagem ao passado de Maria(a protagonista) que ao dar a luz um filho de cor negra vê o seu casamento desfazer-se. É na companhia da avó, Lúcia, que descobre a sua família, os seus genes... e o porquê de o seu filho (Horácio) ser de cor negra. Este reencontro destas duas mulheres, de duas gerações tão diferentes acaba por ser bastante enriquecedor. Maria acaba por reencontrar o amor, no final. O livro tem também uma banda sonora muito especial...

«a minha vida se define pela espera e pela esperança.»

Emanuel Guerreiro

Terceiro volume da história iniciada em «Como Água Para Chocolate», Laura Esquivel escolhe, para personagem principal, mais uma vez, uma mulher em crise, em dúvida, num ponto da vida em que a incerteza e forças maiores sobre ela se abatem. Mas o espírito de Tita (do primeiro livro e de «O Diário de Tita») ainda paira sobre a sua descendência. A autora faz, também, deste texto um manifesto contra o racismo e a negação do sangue dos antepassados.

Muito bom!

Sandra

Excelente livro! Simplesmente maravilhoso, uma escrita clara, cativante que nos vicia até á última página! Muito atual! Para um melhor enquadramento deve se ler antes Como Água para Chocolate, Tão veloz como o desejo e o Diário de Tita! Adorei ... aguardo ansiosamente o próximo!

SOBRE O AUTOR

Laura Esquível

Laura Esquível nasceu na Cidade do México. Começou por ser professora e escreveu obras de teatro para a infância. Revelou-se primeiro como argumentista, até que, ao publicar o seu primeiro romance, Como Água para Chocolate, obteve um clamoroso êxito internacional – o livro está hoje traduzido em 35 línguas, foi adaptado ao cinema e valeu a Laura Esquível o ABBY (American Booksellers Book of the Year), pela primeira vez atribuído a um escritor estrangeiro.

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