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O Meu Irmão

de JeanLouis Tripp
Editor: Ala dos Livros, junho de 2025 ‧
47,00€
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«Não se morre a meio das férias de Verão, quando se tem onze anos e meio.»

A 5 de agosto de 1976, na Bretanha, durante uma viagem nas férias de Verão da família, um condutor atropelou o irmão mais novo de JeanLouis Tripp e fugiu. Gilles não tinha ainda doze anos e não sobreviveria ao acidente. O autor volta atrás no tempo, desde aquele instante em que a sua vida e a dos seus familiares mudou completamente. Ao reconstituir as suas memórias, explora as emoções pessoais provocadas por este drama comovente e testemunha, através desta sua odisseia, a dor e a sua busca por apaziguamento.

A edição portuguesa, agora publicada pela Ala dos Livros, inclui um caderno adicional com o relato do autor, na primeira pessoa, das suas memórias do trágico episódio e do processo de realização de um livro comovente e impressionante que consegue marcar e tocar o leitor.
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Luís Louro vence prémio de melhor Banda Desenhada no Amadora BD 2025

….. No ano em que celebra 40 anos de carreira artística, Luís Louro acaba de ser distinguido com o prémio de Melhor Álbum de Banda Desenhada de Autor Português, por Os Filhos de Baba Yaga, das editoras Seita e Arte de Autor.
Desde 1965 até hoje, o ilustrador criou obras tão icónicas para os fãs de BD como Jim Del Mónaco, O Corvo, Alice e Coração de Papel. Assumindo o domínio integral do processo criativo enquanto desenhador, argumentista, colorista, compositor gráfico e legendador, Louro criou algumas das personagens mais icónicas da BD nacional.
Com cerca de 50 livros publicados, Luís Louro tem mantido uma produção constante e diversificada, que em abril deste ano culminou na publicação de Os Filhos de Baba Yaga, um marco de maturidade artística. Nesta história, nas florestas da frente russa da Segunda Guerra Mundial, onze crianças órfãs unem-se para sobreviver à fome, à violência e ao frio. Uma obra em que o virtuosismo gráfico do autor alterna momentos de maior violência, de traço expressivo em cores densas, com páginas de contemplação visual. Criado em 1990, o Amadora BD é uma iniciativa da Câmara Municipal da Amadora dedicada à promoção BD, com um programa anual que reúne autores, editores, agentes e colecionadores de várias nacionalidades, promovendo sessões de autógrafos, exposições, lançamentos e oficinas. Os Prémios de Banda Desenhada da Amadora distinguem, todos os anos, autores consagrados e novos talentos do mundo da BD. Conheça também os outros artistas distinguidos este ano: MELHOR OBRA ESTRANGEIRA DE BANDA DESENHADA EDITADA EM PORTUGAL O Meu Irmão, de Jean-Louis Tripp, publicado pela Ala dos Livros, venceu, além deste prémio, o de Melhor Edição Portuguesa de Banda Desenhada.
Esta obra é um relato pessoal, profundamente íntimo e comovente, de uma tragédia que marcou o autor. Em agosto de 1976, durante umas férias em família na Bretanha, o irmão mais novo de Jean-Louis Tripp, Gilles, foi atropelado e morto por um condutor que fugiu. Tinha apenas onze anos. Neste livro, o autor regressa a esse momento que mudou para sempre a sua vida e a dos deus familiares, revisitando memórias e emoções ligadas à perda. Através dessa viagem interior, partilha a dor e a busca por serenidade. A edição portuguesa da Ala dos Livros inclui ainda um caderno extra, onde Tripp relata em primeira pessoa as recordações do acidente e o processo de criação desta obra singular. COMPRO NA WOOK! » PRÉMIO REVELAÇÃO Tales from Nevermore, de Pedro N. e Manuel Monteiro, Ala dos Livros, mereceu o Prémio Revelação da mostra.
Neste belíssimo livro, Vincent, o corvo, guia-nos pelo misterioso cemitério de Nevermore, revelando as histórias sombrias que se escondem nas suas campas. Tales from Nevermore reúne seis contos curtos de terror — feitos de amor, traição, ciúme, ganância e arrependimento — todos com finais inesperados e obscuros, numa reminiscência dos grandes clássicos deste género. As ilustrações de um forte contraste e um traço artístico magnífico, transmitem uma atmosfera gótica que agarra o leitor, à medida que Vincent procura novos residentes para preencher o seu cemitério. COMPRO NA WOOK! » TROFÉU DE HONRA O certame prestou uma justa homenagem ao argumentista Filipe Duarte Pina, atribuindo-lhe, a título póstumo, o Troféu de Honra, «pela qualidade e relevância da sua obra para a banda desenhada nacional», nomeadamente pelo álbum BRK, com desenho de Filipe Andrade, e Macho-Alfa, com desenho de Osvaldo Medina.
Filipe Duarte Pina morreu em Julho passado, aos 46 anos. Foi um criador pioneiro nos videojogos e na banda desenhada portuguesa. Cofundador da Seed Studios e da Nerd Monkeys, desenvolveu jogos para várias plataformas, incluindo Playstation e Nintendo DS. Como argumentista, destacou-se com BRK, ilustrada por Filipe Andrade, e venceu o Prémio Amadora BD de Melhor Argumento de Álbum Português pela curta Monstros, em parceria com Nuno Lourenço Rodrigues. COMPRO NA WOOK! » MENÇÃO HONROSA Madeleine conhece pouco sobre Portugal — apenas Cristiano Ronaldo, algumas piadas e a língua, aprendida com o pai, que, apesar disso, se recusa a falar da infância sob o salazarismo. Como o pai não a ajuda a satisfazer a sua curisidade sobre as suas origens, ela decide procurar respostas junto dos amigos portugueses emigrados. Entre Paris e Lisboa, vai reunindo as suas histórias e, pouco a pouco, descobre tanto o passado de Portugal como sobre si própria.

O Prémio de Melhor Fanzine / Publicação Independente foi atribuído a Tuas Palavras São Minhas, de Ana Margarida Matos. COMPRO NA WOOK! »

O Meu Irmão

de JeanLouis Tripp

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899108523
Editor: Ala dos Livros
Data de Lançamento: junho de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 215 x 277 x 36 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 352
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Banda Desenhada > Outros
EAN: 9789899108523

Sublime

Cacieira

Tripp é um dos autores da belíssima séria "Armazém Central", e com este "Meu Irmão" conseguiu levar-nos dum modo arrebatador para outra dimensão duma dor que felizmente é estatisticamente sentida por poucos de nós. Sublime. Imperdível.

Um elogio do(s) sentimento(s)

João R. Marques

Neste livro, Tripp aborda um assunto extremamente sensível e pessoal: a morte, por atropelamento e fuga, do seu irmão de doze anos. Provavelmente, até à data, a melhor e mais pessoal obra do autor. Ganhou os prémios do Festival Internacional de BD da Amadora, nas categorias de Melhor Obra Estrangeira e Melhor Edição. Aliás, esta mesma edição, primorosa, por parte da Ala dos Livros.

Emotivo

Luís B. Santos

A tragédia de perder um irmão é-nos narrada com uma arte sublime. As pranchas são carregas de profundos sentimentos. Começa suave, mas depois é difícil não nos emocionarmos. Elucidativo que a cor só surja esporadicamente e apenas nas 25 páginas finais. Do autor de Armazém Central esta obra de arte reveste-se de qualidade insofismável. O autor sofre, sabe transmitir-nos esse seu sofrimento e não nos deixa indiferentes. Excelente edição com um elucidativo curto caderno final. Obrigado Jean Loius Tripp pelo que soube partilhar com todos.

SOBRE O AUTOR

JeanLouis Tripp

JeanLouis Tripp nasceu em 1958 em Montauban, JeanLouis Tripp publica as suas primeiras pranchas na Métal Hurlant, em 1977. O seu primeiro álbum, "Le Boeuf n'était pas mode", é publicado em 1978. Depois de três títulos na Futuropolis com Marc Barcelo, lança na editora Milan a série "Jacques Gallard", cujos segundo e terceiro volumes, "Soviet Zigzag" e "Zoulou Blues", são galardoados no FIBD de Angoulême com os Prémios de Imprensa e do Público, em 1987 e 1988. A partir de 1990, inicia-se um período de criação dedicada ao design, escultura, pintura, reportagens desenhadas e literatura infantil. O ano de 2002 marca o regresso à banda desenhada com "Le Nouveau Jean-Claude" (argumento de Tronchet). Em 2003, JeanLouis Tripp é professor convidado na Universidade do Quebec e lança "Paroles d'anges". Em 2006, começa, com Régis Loisel, a obra de fundo "Armazém Central". Esta saga feminista publicada pela Casterman tem nove volumes e recebe três nomeações no Festival de Angoulême. Em 2017 e 2020, são publicados os dois volumes de "Extases", história autobiográfica e lúdica de uma exploração talvez infinita: a da sexualidade. Em 2021 publica "Le Petit Frère" ("O meu irmão"), um relato comovente e arrebatador no qual recupera a morte do seu irmão mais novo, 45 anos antes, atropelado durante as férias de verão da família, aos onze anos de idade.

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