O Meu Irmão
SINOPSE
A 5 de agosto de 1976, na Bretanha, durante uma viagem nas férias de Verão da família, um condutor atropelou o irmão mais novo de JeanLouis Tripp e fugiu. Gilles não tinha ainda doze anos e não sobreviveria ao acidente. O autor volta atrás no tempo, desde aquele instante em que a sua vida e a dos seus familiares mudou completamente. Ao reconstituir as suas memórias, explora as emoções pessoais provocadas por este drama comovente e testemunha, através desta sua odisseia, a dor e a sua busca por apaziguamento.
A edição portuguesa, agora publicada pela Ala dos Livros, inclui um caderno adicional com o relato do autor, na primeira pessoa, das suas memórias do trágico episódio e do processo de realização de um livro comovente e impressionante que consegue marcar e tocar o leitor.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789899108523 |
| Editor: | Ala dos Livros |
| Data de Lançamento: | junho de 2025 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 215 x 277 x 36 mm |
| Encadernação: | Capa dura |
| Páginas: | 352 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Banda Desenhada
>
Outros
|
| EAN: | 9789899108523 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Sublime
Cacieira
Tripp é um dos autores da belíssima séria "Armazém Central", e com este "Meu Irmão" conseguiu levar-nos dum modo arrebatador para outra dimensão duma dor que felizmente é estatisticamente sentida por poucos de nós. Sublime. Imperdível.
Um elogio do(s) sentimento(s)
João R. Marques
Neste livro, Tripp aborda um assunto extremamente sensível e pessoal: a morte, por atropelamento e fuga, do seu irmão de doze anos. Provavelmente, até à data, a melhor e mais pessoal obra do autor. Ganhou os prémios do Festival Internacional de BD da Amadora, nas categorias de Melhor Obra Estrangeira e Melhor Edição. Aliás, esta mesma edição, primorosa, por parte da Ala dos Livros.
Emotivo
Luís B. Santos
A tragédia de perder um irmão é-nos narrada com uma arte sublime. As pranchas são carregas de profundos sentimentos. Começa suave, mas depois é difícil não nos emocionarmos. Elucidativo que a cor só surja esporadicamente e apenas nas 25 páginas finais. Do autor de Armazém Central esta obra de arte reveste-se de qualidade insofismável. O autor sofre, sabe transmitir-nos esse seu sofrimento e não nos deixa indiferentes. Excelente edição com um elucidativo curto caderno final. Obrigado Jean Loius Tripp pelo que soube partilhar com todos.
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