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O Keynesianismo e a Contra-Revolução Monetarista

de António Avelãs Nunes
Editor: Página a Página, maio de 2016 ‧
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«Quem, no quadro da luta de classes - hoje tão viva, tão violenta e tão indisfarçável -, se coloca do lado dos trabalhadores e dos povos ‘colonizados’ pelo capital financeiro reconhece, estou certo disso, a importância crescente da luta ideológica como um dos campos da luta de classes. E reconhece também que só podemos combater os nossos adversários se os conhecermos bem.
Os leitores perdoar-me-ão a vaidade de pensar que este texto - escrito há quase 25 anos - pode ajudar-nos a desvendar, nos nossos dias, os propósitos que se escondem por detrás das máscaras com que os inspiradores e os operacionais da chamada "revolução conservadora" vão tentando encobrir a sua vontade de destruir o estado social e, com ele, os direitos e as liberdades fundamentais, procurando levar até ao fim o "fascismo de mercado". Os ‘clássicos’ do neoliberalismo têm a vantagem de não disfarçar as suas ‘razões’ e os seus fins últimos, procurando, pelo contrário, tornar claros uns e outros.»
Da introdução de António Avelãs Nunes

O Keynesianismo e a Contra-Revolução Monetarista

de António Avelãs Nunes

Propriedade Descrição
ISBN: 9789728140373
Editor: Página a Página
Data de Lançamento: maio de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 141 x 216 x 21 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 403
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Economia, Finanças e Contabilidade > Economia
EAN: 9789728140373

SOBRE O AUTOR

António Avelãs Nunes

António Avelãs Nunes no ano letivo de 1961/62, enquanto estudante, foi Diretor da Via Latina, considerada pelas Associações de Estudantes do País como o jornal de todos os estudantes portugueses.

Concluída a licenciatura em Direito em 1962, viu recusada por motivos políticos a entrada na carreira da magistratura. Cumprido o serviço militar obrigatório, foi contratado como Segundo Assistente da FDUC, após mais um ano de espera da autorização da Pide.

Antes do 25 de Abril, integrou a Redação da revista Vértice (revista à qual se mantém ligado até hoje) e proferiu conferências em várias localidades do País, inseridas na luta dos intelectuais portugueses contra o fascismo. Depois da Revolução dos Cravos, integrou, como Secretário de Estado, os cinco primeiros Governos Provisórios, saindo do Governo quando Vasco Gonçalves deixou de ser Primeiro-Ministro.

Tendo feito a sua primeira Pós-Graduação com uma tese sobre Direito das Sociedades Comerciais (1967), doutorou-se em Ciências Económicas em 1984, tendo feito toda a sua carreira académica na Faculdade de Direito de Coimbra, como professor de Economia Política. Professor Catedrático desde 1995, foi membro da Assembleia de Representantes da sua Faculdade, Presidente do Conselho Pedagógico, Vice-Presidente e Presidente do Conselho Diretivo, Sub- Diretor e Diretor do Boletim de Ciências Económicas, membro do Senado e da Assembleia da Universidade, e Vice-Reitor da Universidade de Coimbra, desde 2003 até à sua Jubilação (Dez/2009).

Foi durante anos Presidente da Associação Portugal-URSS, membro dos órgãos diretivos do Conselho Português para a Paz e Cooperação, pertencendo, desde o início, aos órgãos diretivos da Associação Promotora do Museu do Neo-Realismo. Foi Presidente da Mesa da Assembleia Geral do Ateneu de Coimbra e integra os órgãos de direção da Associação Conquistas da Revolução.

É doutor honoris causa pelas Universidades Federais de Alagoas, Paraná e Paraíba, Sigillo d’Oro da Università Degli Studi di Foggia e doutor honoris causa pela Universidad de Valladolid.

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