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O Inocente

de John Grisham
Editor: Bertrand Editora, novembro de 2020 ‧
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Na cidade de Ada, Oklahoma, Ron Williamson estava destinado a tornar-se no próximo semideus do desporto. Mas, no percurso da fama, Ron tropeçou e os seus sonhos foram sendo desfeitos pelo álcool, drogas e mulheres. Então, numa noite de inverno de 1982, não muito longe da casa de Ron, uma jovem empregada de mesa chamada Debra Sue Carter foi selvaticamente assassinada. A investigação não levou a lugar nenhum, até que pequenos indícios conduziram a Ron Williamson.

O herói de uma pequena cidade viu-se acusado, julgado e sentenciado à morte num julgamento ao qual não faltaram falsas testemunhas nem provas contaminadas, retalhando a vida já destroçada de um homem e deixando à solta o verdadeiro assassino.

«O melhor escritor de thrillers vivo.»
Ken Follett

«O melhor thriller jurídico de Grisham, ainda mais emocionante por ter acontecido de facto.»
Entertainement Weekly

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Livros que alertam para o problema das drogas

Não é que alertem – mostram. E só por se ver já se fica alertado. Ler pode ser um vício – e ler sobre o vício pode ser aterrador. A Lua de Joana Em criança, li este livro dezenas de vezes, e cada leitura foi um susto. Maria Teresa Maia Gonzalez, partindo do quarto de Joana, conseguiu assustar gerações inteiras. Através do diário da menina, os pequenos leitores viam uma vida destruída pelas drogas. Aliás, não uma, mas várias: a melhor amiga de Joana tinha morrido depois de ter sucumbido às substâncias, os pais transformaram-se em fantasmas, e ela sobreviveu com a incompreensão. Primeiro, como expectável, só sente horror por drogas que lhe levaram a amiga; a seguir, vai começando a sentir um certo apelo. Claro que a coisa acaba sempre por dar para o torto. Finda a leitura, fecha-se o livro pensando que a vida podia ter acontecido de outra forma, e que se podiam ter safado filhas e pais. Bastava, para isso, não se ter sequer experimentado – logo naquela fase em que era tão fácil dizer não. COMPRAR NA WOOK








  Os filhos da droga É um testemunho e impressiona até os mais gélidos. Aliás, não foi à toa que teve um impacto tão pungente em todo o mundo. Não deve haver adolescente leitor que não lhe tenha posto a mão. Aqui, temos a história de uma adolescente a quem a droga estragou a vida. Um dia, fumou um charro; menos de dois anos depois, prostituía-se depois das aulas para pagar uma dose de heroína. É uma porta aberta para o mundo do vício, e para a forma como este se impõe a qualquer coisa, comandando a vida, sendo ainda uma porta para a forma como o desespero apaga qualquer luz que haja por dentro. E, claro, põe ainda luz sobre a forma como o vício faz com que a coisa que vicia pareça a esperança, a única redenção possível, a única coisa boa no meio de tanto mundo – como se carrasco e salvador fossem o mesmo. COMPRAR NA WOOK Junky O nome diz tudo. Burroughs notabilizou-se pela sua escrita pungente, viciante, espantosamente sóbria. No seu cerne, não raras vezes, havia o vício. Aqui, temos um relato do submundo dos Estados Unidos do pós-guerra. E, ao fazê-lo, o autor vai sem pó de arroz, não tentando mascarar a sua toxicodependência. A escrita, voraz, mostra a voracidade daquela vida, um corpo comandado por substâncias, uma consciência que ia deambulando. Há muito humor negro lá no meio, mas este não consegue ocultar a vida agonizante. Ali, a vida aparece como um ciclo frustrante: dependência, cura e recaída. E as drogas vêm em formato cocktail: morfina, cocaína, heroína, medicamentos. Do relato daquele homem viciado, vêem-se os Estados Unidos inteiros. COMPRAR NA WOOK O inocente Aqui temos Ron Williamson, que estava destinado a ser uma espécie de Cristiano Ronaldo. Ia ser o maior atleta, o maior deus do desporto. Pelo menos, na cidade de Ada, Oklahoma, ninguém duvidava disso. Anos depois, aos crentes só restava cogitar o que teria acontecido se o Ron não se tivesse metido a meter álcool e drogas para o corpo. Ia no percurso da fama e enganou-se no caminho. Em vez de um batido de whey de baunilha, foi um copo num bar, e depois a vida deu para o torto, e com isso os sonhos morreram. Aquilo a que se destinava morreu também. Não sendo necessariamente sobre as drogas, o livro vai mostrando o que pode acontecer a alguém que acaba por trocar a vida pela ilusão de um prazer imediato. Por acaso, esse alguém vê-se numa investigação policial devido ao aparecimento de uma mulher morta perto da sua casa. COMPRAR NA WOOK

O Inocente

de John Grisham

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722539012
Editor: Bertrand Editora
Data de Lançamento: novembro de 2020
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 234 x 21 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 376
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Policial e Thriller
EAN: 9789722539012
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Apaixonante

Carlos Ramos

Um olhar contundente sobre o sistema de justiça criminal e uma história de tristeza, tragédia e incompetência grosseira. Uma grande obra de John Grisham.

Um dos melhores

Celeste Santos Pinto

Um dos melhores livros policiais que ultimamente li. Cheio de suspense até ao fim. Com personagens apaixonantes

O livro de um caso real

Luís Henriques

"O Inocente" relata o assassinato de duas jovens na mesma cidade dos EUA na década de 80. Baseado em factos reais (o único livro do autor de não ficção), vamos seguindo passo a passo pelos meandros mais recônditos da justiça americana e apercebemo-nos rapidamente do sofrimento e angústia de quem está preso por um crime que não cometeu e que está há longos anos no corredor da morte; a pesadíssima máquina trituradora da justiça não se compadece com estes casos. O livro também é um documento histórico uma vez que evidencia que, infelizmente, estes casos não são únicos. Como habitualmente, a escrita de John Grisham é fluída e o livro lê-se muito bem. Não é seguramente o melhor livro do autor mas é um (muito) bom livro.

Fenomenal

Edna Barbosa

Mais um excelente livro do meu escritor favorito! Adorei

SOBRE O AUTOR

John Grisham

John Grisham nasceu no Arkansas em 1955. Antes de se dedicar à escrita a tempo inteiro, licenciou-se em Direito, exerceu advocacia durante 60 a 70 horas por semana e tornou-se um profundo conhecedor do sistema jurídico americano. Toda a sua obra literária, que se inicia em 1989 com a publicação de Tempo de Matar (primeiro livro da série Jake Brigance), colhe inspiração na sua experiência profissional do passado. Com vendas superiores a 300 milhões de exemplares em todo o mundo e traduções em 40 línguas, Grisham é um autor que ocupa permanentemente os lugares cimeiros nas listas de bestsellers. A sua enorme popularidade e a qualidade da sua escrita fazem do mestre do thriller jurídico um autor cujas obras literárias são frequentemente alvo de adaptações cinematográficas de grande sucesso.
Uma nota final: Grisham interrompeu, brevemente, a sua carreira literária para honrar uma promessa feita ainda enquanto advogado – representar a família de um guarda-freio morto quando ficou preso entre duas carruagens. Após preparar o seu caso com a mesma paixão e dedicação dos protagonistas dos seus romances, Grisham foi bem-sucedido na defesa dos interesses dos seus clientes, garantindo uma indemnização de mais de 600 mil dólares para a família.

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