SINOPSE
"Era um deserto imenso. A sua aridez alastrava por planícies, montes e vales que um dia haviam sido férteis..."
Através deste deserto, um estranho trovador, um poeta que se recusa a ter um nome, entra num mundo que se encontra em mutação e que perde rapidamente os últimos vestígios da sua pureza primitiva. É também assim que o leitor entra nesse mundo e acompanha o poeta nas suas extraordinárias aventuras.
Há várias maneiras de ler este livro. Ele pode ser lido como uma história fantástica, quase uma história de fadas. Também pode ser lido como uma mensagem sobre a vida e sobre os homens. Ou ainda como uma alegoria irónica — porque o mundo em que o poeta entra é muito parecido com o nosso, sobretudo nos absurdos.
Mas a melhor maneira de o ler é pôr de lado todas essas preocupações: ler, muito simplesmente, e deixar-se seduzir. Como acontece ao fim e ao cabo em todos os romances de João Aguiar, que, desde A Voz dos Deuses até Os Comedores de Pérolas, tem vindo a construir, numa premeditada e saudável discrição, uma das obras mais interessantes e coerentes da actual literatura portuguesa.
Através deste deserto, um estranho trovador, um poeta que se recusa a ter um nome, entra num mundo que se encontra em mutação e que perde rapidamente os últimos vestígios da sua pureza primitiva. É também assim que o leitor entra nesse mundo e acompanha o poeta nas suas extraordinárias aventuras.
Há várias maneiras de ler este livro. Ele pode ser lido como uma história fantástica, quase uma história de fadas. Também pode ser lido como uma mensagem sobre a vida e sobre os homens. Ou ainda como uma alegoria irónica — porque o mundo em que o poeta entra é muito parecido com o nosso, sobretudo nos absurdos.
Mas a melhor maneira de o ler é pôr de lado todas essas preocupações: ler, muito simplesmente, e deixar-se seduzir. Como acontece ao fim e ao cabo em todos os romances de João Aguiar, que, desde A Voz dos Deuses até Os Comedores de Pérolas, tem vindo a construir, numa premeditada e saudável discrição, uma das obras mais interessantes e coerentes da actual literatura portuguesa.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789724113685 |
| Editor: | Edições Asa |
| Data de Lançamento: | abril de 2000 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 129 x 201 x 30 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 200 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Finisterra |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789724113685 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
OPINIÃO DOS LEITORES
Este homem que não tem nome...
luís
Livro imorescindível na biblioteca pessoal de qulaquer um. O homem sem nome sou eu, és tu, e todos aqueles que lutam para que amanhã sejamos homens um pouco melhores do que aquilo que fomos hoje. (não tenho muitas duvidas para acreditar no rumor que Paulo Coelho antes de escrever o Alquimista leu este livro...).