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O Homem que Plantava Árvores

de Jean Giono; Ilustração: Ana Sílvia Agostinho
Editor: Alma dos Livros, março de 2026 ‧
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Leitura recomendada para todas as idades

O Homem que Plantava Árvores, de Jean Giono, é uma narrativa breve, mas brilhante, uma verdadeira joia recheada de mensagens ecológicas e humanistas, que alcançou um enorme sucesso mundial.

Conta-nos a história de um homem que, com o seu esforço solitário, constante e paciente, transforma a região onde vive num lugar especial. Com as próprias mãos e uma generosidade sem limites, faz, do nada, surgir uma floresta inteira, com um ecossistema rico e sustentável.

Lembra-nos de como as nossas pequenas ações diárias podem ter um grande impacto com o decorrer dos anos. Um verdadeiro hino de esperança, de generosidade, de fé, de humildade, de perseverança e de amor à vida.

«Uma indiscutível obra-prima.»
José Saramago

O Homem que Plantava Árvores

de Jean Giono; Ilustração: Ana Sílvia Agostinho

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895706433
Editor: Alma dos Livros
Data de Lançamento: março de 2026
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 212 x 5 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 64
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Infantis e Juvenis > Contos Fábulas e Narrativas > Infantil (6 a 10 anos)
EAN: 9789895706433

SOBRE O AUTOR

Jean Giono

Jean Giono (1895-1970), filho de um sapateiro e de uma lavadeira, era bancário e leitor compulsivo. Sem terminar o liceu, veio a ser um dos grandes escritores franceses da sua geração. Obrigado a combater na Primeira Guerra Mundial, a experiência devastadora do conflito marcou-o profundamente, e Giono tornou-se um dos mais destacados representantes do Mouvement du Contadour, um grupo pacifista que condenava a natureza bélica da civilização moderna. A causa do pacifismo levou-o à cadeia, quando, no início da Segunda Guerra Mundial, se recusou a combater.
A condição humana, a moral, a responsabilidade do Homem pelo lugar e tempo em que vive são algumas das preocupações que expressa nos seus livros. O Homem Que Plantava Árvores é a sua obra mais traduzida e foi um fenómeno global, tendo recebido o Prémio Brentano, o Prémio Mónaco e a Legião de Honra.

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