O Homem Que Era Quinta-Feira

de G.K. Chesterton
Editor: Alêtheia Editores, Janeiro de 2012 ‧
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Poderemos confiar em nós próprios quando não sabemos quem nós somos? Syme utiliza o seu novo conhecimento para entrar infiltrado no Conselho Anarquista da Europa Central e ficar a conhecer a sua mortífera missão, sob o nome de «Quinta-feira». Num parque londrino, o agente secreto Gabriel Syme mete conversa com um anarquista. Quando descobre que no Conselho está outro agente infiltrado, Syme começa a colocar em questão o seu papel na missão. À medida que uma desesperada perseguição pela Europa começa, a sua confusão cresce assim como a sua confiança na sua capacidade de derrotar os inimigos. Ainda assim, terá que enfrentar o maior terror do Conselho: o seu líder: um homem conhecido por Domingo, cuja natureza humana é muito pior do que alguma vez Syme imaginou…

«O melhor romance de Chesterton.»
Times Literary Suplement

O Homem Que Era Quinta-Feira

de G.K. Chesterton

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896224431
Editor: Alêtheia Editores
Data de Lançamento: Janeiro de 2012
Idioma: Português
Dimensões: 139 x 220 x 14 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 231
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789896224431

SOBRE O AUTOR

G.K. Chesterton

Gilbert Keith Chesterton (1874–1936) nasceu em Londres e frequentou a escola de arte do University College London. Em 1900 foi convidado a contribuir com artigos de crítica de arte, e a partir daí tornou-se um dos escritores mais prolíficos de todos os tempos. Escreveu cerca de uma centena de livros, centenas de poemas, cinco peças de teatro, cinco romances e cerca de 200 contos, muitos dos quais incluem o popular padre detetive, Padre Brown. Ainda assim, considerava-se, antes de mais, jornalista: escreveu mais de 4000 ensaios para jornais e também editou o seu próprio jornal, G.K.’s Weekly. Escrevia com à-vontade nas áreas de crítica literária e social, história, política, economia, filosofia e teologia. É frequentemente chamado de «príncipe do paradoxo».

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