O Homem Manso
SINOPSE
Boémio na vida, humanista na alma, D. Rodrigo vê mais propósitos na sua existência do que os de assegurar a continuidade da linhagem e zelar pelo vasto património ganadeiro.
Para se afirmar Homem, alista-se como voluntário da Legião Francesa partindo para a sanguinária Guerra do Rife em Marrocos, onde convive com Franco, o futuro Generalíssimo de Espanha, e com o Marechal Pétain, o herói gaulês dos campos de batalha da Grande Guerra.
Chamam-lhe Monty, o bravo soldado lusitano que perde o dedo do pé desafortunadamente e que encontra entre os Berberes do Atlas a mesma simplicidade campestre do viver das gentes da sua Alenquer-natal. Mais tarde, trabalhará como correio para a Resistência Francesa e será como Graf von Niedrigsberg, o seu nome perante as autoridades do Reich, que salvará compatriotas lusos deixados ao abandono pelo Estado Português às portas dos campos de concentração.
Esta é a história de D. Rodrigo, pai de filhos de paternidade duvidosa, marido amante de Dona Maria da Penitência, a imponente filha da Freirinha, solene santa-viva, e do bardo D. Flávio Sabugosa de Brito, autor aclamado das excelsas Elegias às Árcades Briosas. Esta é a vida de um homem bom, cuja mansidão indomável se fez vida agigantada em memórias futuras que a História (quase) esqueceu.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 978-989-766-167-9 |
| Editor: | Coolbooks |
| Data de Lançamento: | setembro de 2018 |
| Dimensões: | 150 x 235 x 16 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 220 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 978989766167911 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
OPINIÃO DOS LEITORES
Imperdível
Fernanda Loureiro
A história é fascinante e prende o leitor do princípio ao fim. A riqueza do vocabulário, a história fantástica do seu protagonista e a relações entre marido e mulher fazem com que este seja um livro obrigatório!
Uma vida cheia
Raquel Ribeiro
A do personagem principal e a nossa, depois de lermos este livro. Com saborosas remininscências do melhor de Eça e Aquilino (enquanto "Eu, do Nada" beberia mais em Agustina), é delicioso nos seus regionalismos eruditos e na sua acutilância bem-disposta, cheia de verve e espírito. Excelente domínio vocabular, estilístico e narrativo, que revela a versatilidade da autora e a consagra como a melhor revelação da escrita portuguesa dos últimos (muitos) anos).
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