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Da gaveta

de Isabel Tallysha-Soares

Livro eBook
editor: Coolbooks, outubro de 2017
Onde os nomes não interessam, a geografia é um estado mental e a mãe vive numa gaveta, ela parte para parte incerta apenas para obedecer à voz que a chama sem que saiba para onde. Na bagagem leva a chave do gavetão que a aguarda quando o fim chegar. Conhece-o a ele, que talvez seja quem a chame desde sempre, num país de vivos que cultivam mortos. Desce às profundezas da terra procurando-se a si própria. Resgata-se e quando deixa de pensar na chave do gavetão e na gaveta onde a sua soberba mãe habita, descobre, por fim, quem a chama.

Da Gaveta é um romance sobre procuras e encontros, uma viagem pessoal em busca da identidade própria e uma reflexão sobre dicotomias inultrapassáveis: passado e presente, Oriente e Ocidente, vida e morte. Quando as regras são quebradas e a liberdade é a meta suprema, não precisamos de nomes nem de pontos cardeais para chegarmos ao que interessa, a verdade de nós. E a verdade é tão fácil...

Da gaveta

de Isabel Tallysha-Soares

Propriedade Descrição
ISBN: 978-989-766-114-3
Editor: Coolbooks
Data de Lançamento: outubro de 2017
Idioma: Português
Dimensões: 128 x 198 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 192
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 978989766114311
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
e e e e E

Redenção

Raquel Ribeiro

Um livro corajoso, que redime bem o desespero e a angústia iniciais com um final pacificador, cheio de sabedoria. Os devaneios lá pelo meio felizmente passam e o livro fecha com chave de ouro. Outra manifestação de grande qualidade desta grande autora.

e E E E E

À lareira

Teresa

Li. Li-o até ao final porque o faço sempre. Sempre! Deixou-me na alma um travo amargo. Constato no autor um percebimento inclemente da vida, a torna de uma vindita, junto a um ego faraônico.

Isabel Tallysha-Soares

Isabel Tallysha-Soares não nasceu nesta língua. Aprendeu-a às pressas em velhos volumes da Nau Catrineta tomados de tempo e guardados num armário livreiro com vidraças forradas a carmesim. Decorou Pessoa e leu Eça na obrigação da aprendizagem de uma língua estranha e circunvolutória. Fez-lhe as pazes no Ramalho de John Bull percebendo, por fim, que esta é uma língua de sol e Meridião, que tanto escreve o tudo como o Nada.
Diários de Nada é o blogue da autora (http://diariosdenada.blogspot.com)

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