SINOPSE
Diogo, um professor de liceu, casado e pai de dois filhos, é um homem amargurado, sentindo em demasia o peso dos dias e o seu desfiar de exigências. Pondera pôr termo à vida, mas falta-lhe a coragem. Inicia então a escrita de um diário, uma espécie de terapia, desabafando nas páginas em branco as suas frustrações, sempre acompanhado por uma boa dose de álcool.
Algum tempo depois, conhece Anabela, uma jovem professora que o vai despertar para sentimentos e sensações outrora adormecidos. Pelo meio há uma melhor amiga de honestidade grosseira, uma aluna muito especial, e a descoberta de segredos perturbadores sobre os filhos e a esposa. Nem tudo acaba da melhor forma, e entre o que se cala e o que fica por conhecer, as vidas vão-se vivendo, na paz possível.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 978-989-766-075-7 |
| Editor: | Coolbooks |
| Data de Lançamento: | setembro de 2016 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 150 x 235 x 14 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 274 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 978989766075712 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
OPINIÃO DOS LEITORES
O diário do meu suicídio
Raquel Cunha
Não tinha nenhuma expectativa em relação a este livro, mas... quando comecei a ler envolvi-me completamente na história. É muito próxima a linha que separa esta história de uma ficção para uma realidade. O facto de o escritor ter muitas singularidades parecidas com o personagem, acaba por parecer que estamos a ouvir um relato dele próprio. (Talvez até seja e eu não saiba.) Aconselho. O que precisamos mesmo para ser felizes? Para acharmos que vale a pena estarmos vivos? Para achar que amanhã temos que acordar e viver o dia? Qual é a linha que separa o certo do errado? Somos todos diferentes, em todos os sentidos. O que faz sentido para uns, não faz para outros. Adorei a forma como abordou o tema de uma maneira mais “tranquila”, conseguiu não ser um livro pesado face ao tema. É um tema muito importante, e a pergunta que fica para mim é: sorrimos mesmo de verdade? Ou só por sorrir? Quantas pessoas sorriem e tem a vida virada do avesso? O que fazemos para sermos realmente felizes?
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