Cheio, por Favor

de Rui Miguel Almeida
Editor: Intelectual Editora, maio de 2025 ‧
ESGOTADO OU NÃO DISPONÍVEL
Estas páginas relatam histórias de uma família, contadas em pequenos fragmentos, a várias vozes, em diferentes espaços temporais.

Sãozinha teve dois filhos, Beatriz e Diogo, antes de ser abandonada pelo namorado. Estes casaram com Jaime e Laura. São as vozes do livro, que se vão intercalando entre si. Sãozinha, abnegada a todo o tipo de sacrifícios, cria os filhos sozinha e consegue realizar o sonho do homem que não consegue esquecer: abrir uma esplanada na praia. Mantém uma relação ambígua com Henrique, o dono de uma livraria, de enorme cumplicidade e amizade, mas nunca assumida.

Uma grande tragédia recai sobre esta família e cada um terá de encontrar a sua forma de conseguir lidar com o sucedido. Pelo meio, todos lutam com os seus traumas, com um passado cheio de feridas e não isento de mentiras, culpas e omissões. Pelas vozes de cada uma das personagens se fica a saber os porquês das suas ações, os segredos que escondem uns dos outros, o sofrimento com que têm de aprender a viver, questionando o quão reprováveis serão as suas atitudes.

Cheio, por Favor

de Rui Miguel Almeida

Propriedade Descrição
ISBN: 9789893589083
Editor: Intelectual Editora
Data de Lançamento: maio de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 228 x 17 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 248
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789893589083

SOBRE O AUTOR

Rui Miguel Almeida

Nascido em Coimbra em 1975, viveu quase sempre em Aveiro, que sente como a sua cidade. Aos 10 anos, pedia dinheiro para gelados e voltava com livros de quadradinhos. Aos 15, jurava a pés juntos jamais usar fato e gravata, casar e ter filhos. Passou bem ao lado de uma carreira no futebol, e ainda mais ao lado de outra no rock n’roll, após descobrir que era melhor a tocar uma régua de 50 cms que uma guitarra. Além da literatura, as suas grandes paixões são a música e a fotografia. Adora futebol, praia e viajar. Os seus primeiros textos foram poemas apaixonados, de onde transitou para os amargurados. Aos 18 escrevinhou o seu primeiro trabalho de ficção, ao qual foi somando vários outros, todos a repousar na gaveta. "O diário do meu suicídio" é a primeira obra que publica. Presentemente, usa fato e gravata, é casado e tem dois filhos. Há muito que deixou de jurar a pés juntos.

(ver mais)

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU