O diário do meu suicídio

de Rui Miguel Almeida

editor: Coolbooks, setembro de 2016
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Até que ponto somos culpados pelas escolhas que fazemos? Estará o certo sempre certo e o errado sempre errado?

Diogo, um professor de liceu, casado e pai de dois filhos, é um homem amargurado, sentindo em demasia o peso dos dias e o seu desfiar de exigências. Pondera pôr termo à vida, mas falta-lhe a coragem. Inicia então a escrita de um diário, uma espécie de terapia, desabafando nas páginas em branco as suas frustrações, sempre acompanhado por uma boa dose de álcool.

Algum tempo depois, conhece Anabela, uma jovem professora que o vai despertar para sentimentos e sensações outrora adormecidos. Pelo meio há uma melhor amiga de honestidade grosseira, uma aluna muito especial, e a descoberta de segredos perturbadores sobre os filhos e a esposa. Nem tudo acaba da melhor forma, e entre o que se cala e o que fica por conhecer, as vidas vão-se vivendo, na paz possível.

O diário do meu suicídio

de Rui Miguel Almeida

Propriedade Descrição
ISBN: 978-989-766-075-7
Editor: Coolbooks
Data de Lançamento: setembro de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 235 x 14 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 274
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 978989766075712
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
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O diário do meu suicídio

Raquel Cunha

Não tinha nenhuma expectativa em relação a este livro, mas... quando comecei a ler envolvi-me completamente na história. É muito próxima a linha que separa esta história de uma ficção para uma realidade. O facto de o escritor ter muitas singularidades parecidas com o personagem, acaba por parecer que estamos a ouvir um relato dele próprio. (Talvez até seja e eu não saiba.) Aconselho. O que precisamos mesmo para ser felizes? Para acharmos que vale a pena estarmos vivos? Para achar que amanhã temos que acordar e viver o dia? Qual é a linha que separa o certo do errado? Somos todos diferentes, em todos os sentidos. O que faz sentido para uns, não faz para outros. Adorei a forma como abordou o tema de uma maneira mais “tranquila”, conseguiu não ser um livro pesado face ao tema. É um tema muito importante, e a pergunta que fica para mim é: sorrimos mesmo de verdade? Ou só por sorrir? Quantas pessoas sorriem e tem a vida virada do avesso? O que fazemos para sermos realmente felizes?

Rui Miguel Almeida

Nascido em Coimbra em 1975, viveu quase sempre em Aveiro, que sente como a sua cidade. Aos 10 anos, pedia dinheiro para gelados e voltava com livros de quadradinhos. Aos 15, jurava a pés juntos jamais usar fato e gravata, casar e ter filhos. Passou bem ao lado de uma carreira no futebol, e ainda mais ao lado de outra no rock n’roll, após descobrir que era melhor a tocar uma régua de 50 cms que uma guitarra. Além da literatura, as suas grandes paixões são a música e a fotografia. Adora futebol, praia e viajar. Os seus primeiros textos foram poemas apaixonados, de onde transitou para os amargurados. Aos 18 escrevinhou o seu primeiro trabalho de ficção, ao qual foi somando vários outros, todos a repousar na gaveta. "O diário do meu suicídio" é a primeira obra que publica. Presentemente, usa fato e gravata, é casado e tem dois filhos. Há muito que deixou de jurar a pés juntos.

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