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O Diário de C*

de A. M. Pires Cabral
Editor: Lema d`Origem, maio de 2026 ‧
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Os Armazéns Grandella, com sede em Lisboa, foi nos seus tempos áureos uma das firmas mais prósperas do País. Foi também uma das mais inovadoras.

Uma das iniciativas mais interessantes foi a edição, nas primeiras décadas do século XX duma volumosa Agenda Familiar e Comercial Grandella. É uma obra extraordinária pela quantidade de informação que fornece, praticamente sobre todos os aspectos da actividade comercial no Portugal de então. Mas a agenda era também familiar, o que significa muito espaço em branco para quem o queira aproveitar.

Uma dessas agendas, não sei como nem porquê, veio cair à região da Vilariça. É a agenda para 1914. Mas quem acaba por se aproveitar dela é um jovem da Castedo, cujo nome acho prudente ocultar com a inicial C*. A utilização que lhe é dada reporta-se ao ano de1919. Vamos deitar-nos a adivinhar. Não tendo à mão outro papel, C* serve-se da desactualizada agenda de 1914, para nela lançar uma espécie de diário.

É de facto um diário, este livro. E um diário de amor. E pronto. Não levarei mais longe especulações.

O Diário de C*

de A. M. Pires Cabral

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899237827
Editor: Lema d`Origem
Data de Lançamento: maio de 2026
Idioma: Português
Dimensões: 132 x 201 x 4 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 72
Tipo de produto: Livro
Coleção: Palavra
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Contos
EAN: 9789899237827

SOBRE O AUTOR

A. M. Pires Cabral

A.M. Pires Cabral nasceu em Chacim, Macedo de Cavaleiros, em 1941. Licenciou-se em Filologia Germânica. Foi professor e animador cultural, responsável pela participação de Vila Real no Projeto 5.2 do Conselho da Europa («Políticas Culturais nas Cidades») e coorganizador das Jornadas Camilianas de Vila Real. É conhecido sobretudo como ficcionista e poeta.
Na área da ficção, publicou até ao momento oito livros de contos e seis romances, tendo ganho o Prémio Círculo de Leitores (com Sancirilo), o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco (com O Porco de Erimanto) e o Grande Prémio de Literatura DST (com O Cónego). Antes de O Quartel, publicou nesta mesma coleção o romance Feliciano (2021).
Na área da poesia, estreou-se em 1974 com Algures a Nordeste e publicou até hoje 20 títulos. Foram-lhe atribuídos o Prémio D. Dinis (com Que Comboio É Este e Douro: Pizzicato e Chula), Prémio Luís Miguel Nava (com As Têmporas da Cinza), PEN Clube (com Arado), Prémio Autores SPA 2014 (com Gaveta do Fundo), Prémio Nacional Literário João de Deus 2021 (com Frentes de Fogo). Caderneta de Lembranças, o seu mais recente livro de poemas, foi distinguido em 2022 com o Prémio de Poesia António Gedeão e com o Prémio Ruy Belo.

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