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O Delfim

de José Cardoso Pires

editor: Relógio D'Água, junho de 2015
RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA i
«No belíssimo romance que é O Delfim, Cardoso Pires olhou a realidade do seu país como se fosse a trama de uma intriga policial.»
Antonio Tabucchi

«Esse espantoso, acabado, inesgotável O Delfim, que é até hoje a sua obra-prima.»
Mário Dionísio

«Mas O Delfim é também o título de um romance, este romance que o leitor vai ler, e onde se fala da vida, e da proximidade da morte, de Palma Bravo. Talvez seja conveniente começarmos por chamar a atenção para o facto de que também o romance, o livro de Cardoso Pires, foi envolvido nessa atmosfera mítica que parece desprender-se do seu aparente herói, e tem hoje um lugar muito nítido, e obviamente privilegiado, na literatura de ficção do nosso século XX.»
Eduardo Prado Coelho

«Que extraordinário escritor! Que extraordinário escritor é José Cardoso Pires.»
Do Prefácio de Gonçalo M. Tavares

O Delfim

de José Cardoso Pires

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896415303
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: junho de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 230 x 16 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 208
Tipo de produto: Livro
Coleção: Obras Escolhidas de José Cardoso Pires
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789896415303
e e e e E

Importante obra

C.Correia

Grande obra de Cardoso Pires. Apesar de não ser um apreciador de textos narrados na forma como este texto se desenrola, gostei muito deste livro. A escrita é simples, mas extremamente precisa e detalhada o que nos ajuda a vivênciar com facilidade as cenas da história. Aconselho também que se veja o filme com Rogério Samora e Alexandra Lencastre nos principais papéis.

e e e e e

Simplesmente Fantástico

João Soares

A maior obra escrita em todo o século XX português. Leitura Obrigatória numa edição fabulosa.

e e e e e

Uma História, uma Nação

J.S.

Retrato do Portugal que não só foi refém do Salazarismo, mas que também o criou. Simplesmente genial. Trocava toda a obra de Saramago, por um só livro de Cardoso Pires.

e e e e e

Hoje Vejo com outros olhos

Mariana Gonçalves

Este livro tornou o país em que nasci mais meu, em cada página se desvendava um conjunto de acontecimentos que me permitiu perceber também as pessoas que me rodeiam , vejo com outros olhos aquilo e aqueles que rodeiam.

e e e e e

Clássico

Luís Miguel

Pouco a acrescentar. Um dos melhores romances lusos contemporâneos. Olho clínico perante um Portugal esclerosado. Uma pedrada no charco.

e e e e e

Obra prima

Carlos

Um marco da literatura portuguesa. Um livro repleto da essência de Portugal num passado recente.

José Cardoso Pires

Escritor português, José Augusto Neves Cardoso Pires nasceu a 2 de outubro de 1925, no concelho de Vila de Rei, em Castelo Branco. Filho de um oficial da marinha, ainda criança muda-se com os pais para Lisboa, cidade que abraçou e amou.
Exerceu várias profissões, entre as quais, redator de uma revista feminina, Eva, em finais dos anos 40. Em 1949, publica o seu primeiro livro, "Os Caminheiros e Outros Contos", retirado de circulação pela censura. Nos princípios dos anos 50, foi detido pela PIDE depois da apreensão do seu livro de contos "Histórias de Amor".
Nos anos 60 foi membro da Sociedade Portuguesa de Escritores. Em 1963 publica "Hóspede de Job", livro dedicado ao seu irmão, morto enquanto cumpria o serviço militar nos anos 50, e que lhe valeu o Prémio Camilo Castelo Branco em 1964; e "O Delfim" em 1968.
Em inícios dos anos 70, foi professor de Literatura Portuguesa e Brasileira em Inglaterra, no King's College da Universidade de Londres. Dois anos depois, já em Portugal, publica "Dinossauro Excelentísimo".
Já nos anos 80, publica "A Balada da Praia dos Cães", romance que lhe valeu o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores e que foi alvo da realização de um filme, com o mesmo nome, de José Fonseca e Costa, em 1987. Neste mesmo ano publica "Alexandra Alpha", obra que mereceu o Prémio Especial da Associação de Críticos, de São Paulo, no Brasil.
Em 1995 sofreu um acidente vascular cerebral que o levou a ficar algum tempo em estado de coma. Recuperado, publica em 1997 a obra "De Porfundis, Valsa Lenta", pela qual recebeu dois prémios: Prémio D. Dinis e Prémio da Crítica, atribuído pela Associação Internacional de Críticos Literários; e "Lisboa, Livro de Bordo".
Entre os prémios já mencionados, recebeu também o Prémio Internacional União Latina (1991), o Astrolábio de Ouro do Prémio Internacional Último Novecento (1992) e o Prémio Pessoa (1997).
Em 1998 sofreu outro acidente vascular cerebral, que viria a ser a causa da sua morte a 26 de outubro, em Lisboa. Em setembro desse mesmo ano foi-lhe atribuído o Prémio Vida Literária da Associação Portuguesa de Escritores. Foi autor de contos, romances, crónicas e ensaios (como em "E Agora José?", 1977) e de peças de teatro (como "O Render dos Heróis" (1960) e "O Corpo Delito na Sala de Espelhos", 1980).

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