O Crepúsculo dos Grandes
A casa e o património da aristocracia em Portugal (1750-1832)
Editor:
Imprensa de Ciências Sociais, junho de 2025 ‧
ver detalhes do produto
22,50€
10% DESCONTO
IMEDIATO
YldReGFtdGFlbWxSZVdwUmNUaEdXVnBFYW1reGVVUkJhbEpJWmxvM1RXaGlhRlJaUlZwSGIxVXhSR2h6ZWs1R1pEQlBaRFp1VVd0TmRWcEVNekJPTlhkRGEwOXNlVXgwZVRoRmNXbElXaTkyVkdwd05UQnZSVmgzT1RFNGJXeGhjRlpWVTJ0bGJteHZLM0pZZDFWMFN5OURXVkZSWjFWcVRuVXlLMEpSVVZacVYwWlVRWEZvUVRodFZFVlplVVJuVmtwMloyWTJaMWd3UkdoUk16RTNUR3BqTTIxRGRVOXFTMkpVVkVaV01ETXZlRGNyZWxKYU5VdEZkRkJrYzJZemVtRlBlSEJ0VEd4eVdtcDFWQzlMY1VWMFlqRnJNemRDYmxkWmNrUkJRMjVyTUhGUVZFTTRZbmR3Y2xoM2JHMUVRVXQ0YzJkU05rSjZWV2wxUTJ0SVdWWkRMMlYwT0RBNGMzWkJOamwzVFRCNFR6SmlkekI1UlVOaVNrNHhOV1Z2UXpoaGRXdHlNMmhITWk5VmRGcFpMM1JXY0RneGJXTk5hV2cwVVRaVVYwdFVTa0p3Y25WT1RXMXBkbGRPTW10eVJWTnVWbVYzZFhsWWNXOTFXVmREYTNnd00zTnRVRXg0ZVVob1dqQlVhbEl5YlhaWk1DOUxVa3huTlZWMVJWUmlUemxyU0dGekt6WklXR3hLVkdad1ptMHpZbTFwVHpCR1QyWnRlakJsTXpFNVpYUTJWRkY0TjNoM1ExRlBlWFJQWTBGMFltVmlablZuYVZCRFVXbGxRVkZTTUc5bmJraHlOMkkyY21VelRqZEdSazVXYkdOTVRIZHpaRk40UkUxU01VVndWV3N3ZUVKclJHaGxOekZDTm01NEsyTkVVVmxzYm1oc2NGWmphRmhZVUZWMVpqRkJUMkZPWmpWUWJpOXBPRVozV2pReFZHZEdkWEJsU201b1VFSkhZbEptZDA1RVJuQXpka1p1Y1RGaFVGWkRSaTlhVUZGalVFUXhWRlJCZFhaalIwaEVlamd6UW1oQ2VFMXBTWFZ5UjBSdFp6MDk6SEtLMmJrNEpTblB0NHNrYWpleTJMZz09
EM STOCK
-
portes grátis
SINOPSE
A aristocracia portuguesa do Antigo Regime, criticada pelos liberais no século XIX e recorrentemente comentada pela historiografia desde então, foi pela primeira vez estudada de forma sistemática neste livro. O grupo cristalizou-se com o fim da Guerra da Restauração como elite de corte da nova dinastia reinante da Casa de Bragança, mantendo uma impressionante estabilidade até finais do século XVIII.
A reprodução da elite aristocrática passou pelas estratégias ativamente prosseguidas pelas casas que a compunham, designadamente pela estrita disciplina familiar que pesava sobre os destinos individuais de todos quantos nelas nasciam.
O grande exclusivismo social, que constituía uma das suas marcas fundamentais, era necessário à conservação da sua hegemonia no acesso aos cargos superiores da monarquia e à remuneração dos serviços resultantes do seu desempenho. A dependência das relações com a coroa e tendência crónica para o endividamento contribuiriam para tornar a aristocracia portuguesa especialmente vulnerável à legislação hostil do liberalismo triunfante em 1834.
A reprodução da elite aristocrática passou pelas estratégias ativamente prosseguidas pelas casas que a compunham, designadamente pela estrita disciplina familiar que pesava sobre os destinos individuais de todos quantos nelas nasciam.
O grande exclusivismo social, que constituía uma das suas marcas fundamentais, era necessário à conservação da sua hegemonia no acesso aos cargos superiores da monarquia e à remuneração dos serviços resultantes do seu desempenho. A dependência das relações com a coroa e tendência crónica para o endividamento contribuiriam para tornar a aristocracia portuguesa especialmente vulnerável à legislação hostil do liberalismo triunfante em 1834.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789726718291 |
| Editor: | Imprensa de Ciências Sociais |
| Data de Lançamento: | junho de 2025 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 150 x 233 x 27 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 658 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
História
>
História de Portugal
|
| EAN: | 9789726718291 |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
10%A Guarda e o Mito da «Herança Sagrada»Lema d`Origem15,30€
17,00€portes grátis -
10%Uma Monarquia ConstitucionalImprensa de Ciências Sociais15,30€
17,00€portes grátis