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O Companheiro de Viagem

de Gyula Krúdy
idioma: português do brasil
Editor: Cosac Naify, setembro de 2003 ‧
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Embora seja autor de uma obra imensa e das mais importantes de seu país, o escritor húngaro Gyula Krúdy (1878-1933) foi pouquíssimo editado no Brasil. Conforme notou o crítico Paulo Rónai, os estranhos romances e muitos contos e novelas do autor "constituem um único livro extenso e nunca terminado, o relato de uma saudosa viagem no passado romântico, interrompido por divagações e incidentes, sem outro fio senão o das associações involuntárias, numa linguagem exuberante e musical".

Traduzido diretamente do húngaro, este livro escrito em 1918, em meio à destruição da Primeira Guerra Mundial, constitui um dos momentos altos dessa narrativa única e contínua. Durante uma viagem de trem, o narrador relata a um desconhecido a aventura que viveu muitos anos antes, em um vilarejo da Alta Hungria. Ali ele se hospedara numa pequena pensão e mantivera um caso clandestino com a proprietária do local.

O Companheiro de Viagem

de Gyula Krúdy

Propriedade Descrição
ISBN: 9788575032060
Editor: Cosac Naify
Data de Lançamento: setembro de 2003
Idioma: Português do Brasil
Dimensões: 143 x 216 x 11 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 134
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9788575032060

SOBRE O AUTOR

Gyula Krúdy

Gyula Krúdy (1878-1933) é um dos nomes mais importantes da literatura húngara e um dos grandes renovadores das literaturas da Europa Central e de Leste. Nascido no seio de muma família de posses, Gyula Krúdy era filho de um advogado e de uma das empregadas da casa de família. Os seus pais apenas se casaram quando o jovem fez 17 anos. Apesar da vontade do pai em que se formasse como advogado, Krúdy rapidamente enveredou pela escrita começando a colaborar com jornais e periódicos diversos. Em 1896 muda-se para Budapeste e o pai deserda-o. A sua escrita, crónicas, contos e romances, têm grande sucesso mas após a Primeira Guerra Mundial, com as dificuldades de circulação do livro e a subida do preço do papel, uma grande quebra nos hábitos de leitura leva a que o escritor viva com dificuldades até ao final da vida. A bebida não ajudou. Em 1930, três anos antes da sua morte, recebe o mais prestigiado prémio literário húngaro, o prémio Baumgarten. Com a segunda Guerra mundial e os problemas económicos que se lhe seguiram, a obra de Krúdy foi quase esquecida mas Sandor Marai trouxe-a novamente para a ribalta e nos anos 80 do século XX as obras de Krúdy estavam traduzidas em quase todos os países da Europa Central e de Leste com grande sucesso. Sindbad e outros personagens viram as suas histórias adaptadas ao pequeno e grande ecrãs. Com Hrabal, Marai e Joseph Roth, é considerado um dos grandes renovadores da moderna literatura europeia.

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