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Les Beaux Jours De La Rue De La Main-D'Or

de Gyula Krúdy
idioma: francês
Editor: CAMBOURAKIS, abril de 2008 ‧
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Au moment où il publie Les Beaux jours de la rue de la Main d'Or, Krúdy est en pleine possession de ses moyens littéraires et connaît un succès croissant. Ce recueil très cohérent, dont les différentes nouvelles se répondent à travers les personnages et les lieux, évoque une sorte d'âge d'or un peu mythique de la vie budapestoise. Krúdy tourne résolument le dos à la réalité de l'époque - la première guerre mondiale qui fait rage - pour présenter une vision doucement nostalgique, consolatrice et presque parfois frivole de la vie. Au-delà de la foule d'anecdotes qui ponctuent ces récits, c'est l'atmosphère qui prime, imagination et les souvenirs mêlés, qui célèbrent la fugacité de la beauté, des amours et des plaisirs.

Les Beaux Jours De La Rue De La Main-D'Or

de Gyula Krúdy

Propriedade Descrição
ISBN: 9782916589145
Editor: CAMBOURAKIS
Data de Lançamento: abril de 2008
Idioma: Francês
Páginas: 208
Tipo de produto: Livro
Coleção: Cambourakis Romans
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Ficção
EAN: 9782916589145

SOBRE O AUTOR

Gyula Krúdy

Gyula Krúdy (1878-1933) é um dos nomes mais importantes da literatura húngara e um dos grandes renovadores das literaturas da Europa Central e de Leste. Nascido no seio de muma família de posses, Gyula Krúdy era filho de um advogado e de uma das empregadas da casa de família. Os seus pais apenas se casaram quando o jovem fez 17 anos. Apesar da vontade do pai em que se formasse como advogado, Krúdy rapidamente enveredou pela escrita começando a colaborar com jornais e periódicos diversos. Em 1896 muda-se para Budapeste e o pai deserda-o. A sua escrita, crónicas, contos e romances, têm grande sucesso mas após a Primeira Guerra Mundial, com as dificuldades de circulação do livro e a subida do preço do papel, uma grande quebra nos hábitos de leitura leva a que o escritor viva com dificuldades até ao final da vida. A bebida não ajudou. Em 1930, três anos antes da sua morte, recebe o mais prestigiado prémio literário húngaro, o prémio Baumgarten. Com a segunda Guerra mundial e os problemas económicos que se lhe seguiram, a obra de Krúdy foi quase esquecida mas Sandor Marai trouxe-a novamente para a ribalta e nos anos 80 do século XX as obras de Krúdy estavam traduzidas em quase todos os países da Europa Central e de Leste com grande sucesso. Sindbad e outros personagens viram as suas histórias adaptadas ao pequeno e grande ecrãs. Com Hrabal, Marai e Joseph Roth, é considerado um dos grandes renovadores da moderna literatura europeia.

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