O Combate Quotidiano - Volume Um

de Manu Larcenet
Editor: Arte de Autor, setembro de 2021 ‧
Um relato, com toques de autobiografia, de um fotógrafo, já não tão jovem quanto isso, que decide trocar a cidade pelo campo, enquanto tenta encaixar as peças da sua vida: o trabalho, as angústias, a mulher, o passado…

Ficção com contornos autobiográficos, em que o humor anda a par com uma reflexão tocante sobre as pequenas coisas da vida, O Combate Quotidiano é um livro comovente e dramático que representa um momento de viragem na obra do seu criador.

Publicado originalmente em França em quatro volumes, entre 2003 e 2008, O Combate Quotidiano é a obra mais importante de Manu Larcenet, um dos nomes maiores da banda desenhada francesa contemporânea.

Em Junho de 2001, Manu Larcenet resolve deixar Paris e ir viver para o campo, perto de Lyon, uma decisão que terá reflexos na sua vida e na sua obra, evidentes neste O Combate Quotidiano.

Título vencedor do prémio para o Melhor Álbum no Festival de Angoulême em 2004 (para o primeiro volume) e já adaptado ao cinema em 2015, por Laurent Tuel,

O Combate Quotidiano - Volume Um

de Manu Larcenet

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895311422
Editor: Arte de Autor
Data de Lançamento: setembro de 2021
Idioma: Português
Dimensões: 217 x 293 x 17 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 120
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Banda Desenhada > Novela Gráfica
EAN: 9789895311422

O Combate Quotidiano

Cristina Antunes

Maravilhoso, existencialista, Humano!

SOBRE O AUTOR

Manu Larcenet

Considerado por muitos uma das figuras chave da Nova Banda Desenhada Francesa, Manu Larcenet nasceu em 1969 em Issy-les-Moulineaux, França. Em termos profissionais, Larcenet iniciou a sua atividade em 1994 nas páginas da revista Fluide Glacial, tendo o seu primeiro álbum sido publicado dois anos mais tarde, através da editora Audie. Colabora depois com a revista semanal Spirou e em 1997 funda, com Nicolas Lebedel, a editora Les Rêveurs de Runes, na qual edita os seus próprios projetos. Colabora, em 2000, com Lewis Trondheim na sua célebre saga Donjon, desenhando vários álbuns. Nesse mesmo ano inicia a publicação na Dargaud, produzindo para a coleção Poisson Pilote álbuns como Les Entremondes (2000), que assina com o seu irmão Patrice Larcenet, Os Cosmonautas do Futuro (2001, com argumento de Trondheim), Le Temps de Chien (2002), Le Retour a la Terre (2002, com argumento de Jean-Yves Ferri), La légende de Robin des Bois (2003), e Nic Oumouk (2005-2007). A publicação de Combate Quotidiano ocorre entre 2003 e 2008 e o primeiro tomo desta série valeu-lhe o prémio do melhor álbum no Festival de Angoulême em 2004. Entre 2008 e 2014, trabalha em Blast (2009-2014, Dargaud), quatro álbuns densos e fascinantes. Em 2012 ilustra o romance de Daniel Pennac "Diário de Um Corpo", inicialmente publicado pela editora francesa Futuropolis, mas é em 2015 que se lança pela primeira vez na adaptação de uma obra literária: trata-se de O Relatório de Brodeck, um romance de Philippe Claudel. Depois de Thérapie de groupe (Dargaud, 2020), A ESTRADA (Dargaud, 2024) é a sua última obra. Blast é sua a obra mais pessoal e que muitos consideram ser também a obra maior de Manu Larcene.

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