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O Caso da Baía de Pollensa

Obras de Agatha Christie N.º 52

de Agatha Christie
Editor: Edições Asa, julho de 2008 ‧
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Todos os grandes detectives têm os seus métodos de dedução preferidos. Veja-se o caso de Parker Pyne, que confia no seu conhecimento intuitivo da natureza humana para resolver O Caso da Baía de Pollensa; ou Mr. Satterthwaite, cuja inspiração advém da sua colaboração com o enigmático Mr. Quin em "O Serviço de Chá Arlequim". E depois, é claro, temos o excêntrico Hercule Poirot, cujos métodos são testados ao máximo em "Íris Amarelas", quando recebe uma chamada anónima sobre um assunto de vida ou morte. Do crime mais sinistro à história de amor mais tocante, as histórias de O Caso da Baía de Pollensa revelam uma Agatha Christie mais versátil do que nunca.

O Caso da Baía de Pollensa

Obras de Agatha Christie N.º 52

de Agatha Christie

Propriedade Descrição
ISBN: 9789892302416
Editor: Edições Asa
Data de Lançamento: julho de 2008
Idioma: Português
Dimensões: 139 x 216 x 10 mm
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Coleção: Obras de Agatha Christie
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Policial e Thriller
EAN: 9789892302416

Quanto mais se lê, mais se gosta de Agatha

Sandra Patrício

É uma colectânea de pequenas histórias, umas policiais com Poirot e Harley Quinn, e outras dentro do espírito de Ausente na Primavera. Quanto mais leio de Agatha diferentes qualidades lhe descubro.

Mais um magistral resultado.

Cristina Albuquerque

O Caso da Baía de Pollensa é mais um livro (com um conjunto de pequenas histórias) em que Agatha Christie nos mostra todo o seu brilhantismo na criação de histórias de mistério e suspense. Com muita mestria e versatilidade somos levados (de bom grado) pelos meandros da vivência humana. Recomendo.

SOBRE O AUTOR

Agatha Christie

Agatha Christie nasceu Agatha May Clarissa Miller, em Torquay, na Grã-Bretanha, em 1890. Durante a I Guerra Mundial, prestou serviço voluntário num hospital, primeiro como enfermeira e depois como funcionária da farmácia e do dispensário. Esta experiência revelar-se-ia fundamental, não só para o conhecimento dos venenos e preparados que figurariam em muitos dos seus livros, mas também para a própria conceção da sua carreira na escrita. Com o seu segundo marido, o arqueólogo Max Mallowan, Agatha viajaria um pouco por todo o mundo, participando ativamente nas suas escavações arqueológicas, nunca abandonando contudo a escrita, nem deixando passar em claro a magnífica fonte de conhecimentos e inspiração que estas representavam.
Autora de cerca de 300 obras (entre romances de mistério, poesia, peças para rádio e teatro, contos, documentários, uma autobiografia e seis romances publicados sob o pseudónimo de Mary Westmacott), viu o seu talento e o seu papel na literatura e nas artes oficialmente reconhecidos em 1956, ano em que foi distinguida com o título de Commander of the British Empire. Em 1971, a Rainha Isabel II consagrou-a com o título de Dame of the British Empire. Deixando para trás um legado universal celebrado em mais de cem línguas, a Rainha do Crime, ou Duquesa da Morte (como ela preferia ser apelidada), morreu em 12 de janeiro de 1976. Em 2000, a 31st Bouchercon World Mistery Convention galardoou Agatha Christie com dois prémios: ela foi considerada a Melhor Autora de Livros Policiais do Século XX e os livros protagonizados por Hercule Poirot a Melhor Série Policial do mesmo século.

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