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Editor: Tinta da China, outubro de 2020 ‧
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RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
Um livro ambicioso, feito de escolhas mais ou menos excêntricas, com ensaios críticos sobre dezenas de escritores, que propõe um cânone para a literatura portuguesa sem nunca esquecer a grande questão: afinal, o que é o cânone?

«Todas as escolhas são, até certo ponto, excêntricas, e um cânone é sempre uma escolha. O cânone da literatura portuguesa que apresentamos aqui não é mais excêntrico do que outros, e as escolhas e as ausências mais notórias terão a vantagem de chamar a atenção para os hábitos adquiridos de quem lamentará as ausências. […]

Como este livro não é um repositório exaustivo, não vale a pena procurar nele o cânone da literatura portuguesa. Não é boa ideia lê-lo como um guia neutro para a história da literatura portuguesa, ou como uma comemoração política das suas maravilhas. Este não é um livro sobre o esplendor de Portugal, é um livro de crítica literária.»
- Os editores: António M. Feijó, João R. Figueiredo e Miguel Tamen

O Cânone

de António M. Feijó, João R. Figueiredo e Miguel Tamen

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896715816
Editor: Tinta da China
Data de Lançamento: outubro de 2020
Idioma: Português
Dimensões: 160 x 241 x 43 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 535
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > História da Literatura
EAN: 9789896715816

Primordial

Marta Paixão

Livro primordial para quem se interessa por análise e crítica literárias, particularmente acerca da noção de cânone. Para além de alguns ensaios relacionados com esse conceito em específico, há vários outros que incidem sobre autores portugueses a quem o mesmo se pode aplicar.

Revisitar o cânone

Maria Pereira

Reflexões de qualidade sobre obras emblemáticas da literatura portuguesa

Um cânone

Fernanda Delindro

"O Cânone" pode ter escolhas que não são consensuais, mas vale muito a pena ler porque abre horizontes!

Uma espécie de rosa-dos-ventos

Antero Barbosa

"O Cânone", uma espécie de rosa-dos-ventos da literatura portuguesa, seleciona e determina duas listas de autores: os que o integram e os que ficam de fora. Estes perfazem um segundo ou mais volumes, não escrito: o volume das rasuras. O primeiro volume foi promovido pelos editores; o último, como desafiam os editores, quem quiser que o escreva.

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