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O Caminho Pascal

de Joseph Ratzinger
Editor: Lucerna, fevereiro de 2006 ‧
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Este livro reúne, reelaboradas, as meditações dos exercícios que Joseph Ratzinger pregou a João Paulo II e aos membros da Cúria Romana na Quaresma.

«(...) Propus-me desenvolver uma contemplação pascal do mistério de Cristo e da Sua Igreja em que o Tudo permanecesse sempre em relação directa com as circunstâncias concretas da vida.», Joseph Ratzinger in «Prólogo».<

Inspirando-se nos textos da liturgia, o actual Papa, então prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, propôs-se desenvolver nestas meditações uma contemplação pascal do mistério de Cristo e da sua Igreja que possibilitasse, por meio de uma maior aproximação dos mistérios da vida de Jesus, uma reflexão sobre a missão da Igreja à luz da Páscoa e o sentido que o caminho pascal deve ter para todos os cristãos.

Quem lê este texto não pode deixar de se aperceber da conjugação admirável que o seu autor consegue fazer entre o pensamento teológico e a riqueza da espiritualidade.

Ao leitor é, assim, dada a interessante possibilidade de percorrer, a par e passo e de uma forma particularmente enriquecedora, o caminho da Quaresma, reflectindo sobre a fé e algumas das questões que mais frequentemente se colocam hoje à humanidade, como o celibato sacerdotal, a procura da espiritualidade, o problema da fome e da pobreza, a natureza humana e divina de Cristo ou a confiança imprescindível que os homens devem depositar no Deus que os ama e nunca os abandona.

O Caminho Pascal

de Joseph Ratzinger

Propriedade Descrição
ISBN: 9789728835200
Editor: Lucerna
Data de Lançamento: fevereiro de 2006
Idioma: Português
Dimensões: 143 x 231 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 168
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Religião e Moral > Catolicismo
EAN: 9789728835200
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

O caminho pascal

DB

Nesta fase de pandemia em que temos mais tempo para nos dedicarmos à leitura, as palavras deste grande homem são um motivo de esperença. Como sempre, textos muito profundos que nos ajuda a viver melhor esta época de quarentena, fazendo também o nosso caminho até Ele. Recomendo!

SOBRE O AUTOR

Joseph Ratzinger

Papa alemão, Bento XVI (16 de abril de 1927, em Marktl am Inn, na Baviera, na Alemanha - 31 de dezembro de 2022, Mosteiro Mater Ecclesiæ, Vaticano), nasceu com o nome de Joseph Alois Ratzinger. Era filho de um agente da polícia e de uma empregada de um bar e viveu a infância numa quinta. Em 1939, entrou para o Seminário de Traunstein. Com o eclodir da Segunda Guerra Mundial, teve de interromper os estudos e integrou uma unidade militar antiaérea em Munique. Alistou-se também na Juventude Hitleriana, embora tenha alegado que o fez contra a sua vontade.
Na primavera de 1945, com o avanço das tropas aliadas em território alemão, Ratzinger desertou do exército alemão e fugiu para casa, em Traunstein. No entanto, as tropas norte-americanas invadiram a aldeia e fizeram da casa de Ratzinger o quartel-general. Joseph foi identificado como soldado alemão e encarcerado num campo de prisioneiros de guerra, de onde seria libertado a 19 de junho desse ano.
Em novembro, regressou ao seminário e, em 1947, ingressou num instituto de teologia associado à Universidade de Berlim.
A 29 de junho de 1951, Joseph, juntamente com um seu irmão, foi ordenado padre na Catedral de Freising. Dois anos mais tarde, fez o doutoramento em Teologia na Universidade de Berlim. Tornou-se docente de Teologia na Universidade de Bona, tendo mais tarde lecionado em Munster, Tubingen e Regensburg.
Ratzinger chegou a Roma em 1962 como conselheiro do cardeal alemão Joseph Frings no Concílio Vaticano II e, logo nessa altura, se tornou uma figura muito mediática. A sua popularidade aumentou durante o maio de 68, movimento libertário dos estudantes franceses, que Ratzinger condenou, lamentando o marxismo e o ateísmo dos jovens da época. Uns anos mais tarde, em 1972, foi um dos fundadores do jornal de teologia Communio, atualmente um dos mais importantes do pensamento católico. Ratzinger foi nomeado Cardeal de Munique a 25 de junho de 1977 pelo Papa Paulo VI, que também o nomeou arcebispo do Mónaco. Mas foi com João Paulo II que Joseph Ratzinger ganhou mais poderes, quando em 1981 foi nomeado perfeito para a Congregação da Doutrina e da Fé. Esta instituição trata de promover e salvaguardar os ideais da Igreja católica em termos de doutrina e fé e substituiu a Inquisição. Ratzinger notabilizou-se pelas suas posições conservadoras, não escondendo ser contrário ao sacerdócio da mulher, ao matrimónio dos sacerdotes, à homossexualidade e ao uso de preservativos.
Entre 2 e 6 de março de 2001, Joseph Ratzinger esteve em Portugal, mais especificamente no Porto, a convite da Faculdade de Teologia da Universidade Católica. Na universidade portuense o então cardeal falou sobre a Europa e os seus fundamentos espirituais. Em 2002, chegou a Decano do Colégio Cardinalício, o órgão que escolhe os sucessores de cada papa. A 19 de abril de 2005, Joseph Ratzinger foi eleito pelo conclave cardinalício, no Vaticano, o novo papa, em substituição do falecido João Paulo II. O cardeal alemão, então com 78 anos, escolheu o nome de Bento XVI. O conclave durou dois dias, tendo sido um dos mais rápidos da história do Vaticano.

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