O Assassino do Aqueduto

A arrepiante história de Diogo Alves, o homem que aterrorizou Lisboa no século XIX

de Anabela Natário
Editor: A Esfera dos Livros, Janeiro de 2014 ‧
16,00€
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Nas ruas de Lisboa respira-se medo. A cidade não é segura e dentro de portas há um nome que atormenta os homens e mulheres da capital: Diogo Alves, de alcunha o Pancada. Poucos lhe conhecem o rosto, mas todos temem cair nas suas mãos. Lá do alto dos arcos do imponente Aqueduto das Águas Livres, sem dó nem piedade, Diogo Alves atira as suas vítimas num voo trágico de mais de 60 metros de altura. O grito, que faz estremecer tudo e todos, dá lugar ao silêncio da morte. A jornalista Anabela Natário, no seu primeiro romance, traz-nos a arrepiante história deste homem que aterrorizou Lisboa da primeira metade do século XIX. Nascido na Galiza, aos dez anos vem para Lisboa onde de criado nas casas mais abastadas da capital passou a ladrão e de ladrão a assassino cruel. Unido pelo coração à taberneira Parreirinha, com estabelecimento em Palhavã, Diogo Alves torna-se numa verdadeira lenda. Através da consulta dos jornais da época e de peças do processo, Anabela Natário recria o processo judicial de Diogo Alves, num romance recheado de mistério e intriga. É ao juiz Bacelar que cabe a difícil tarefa de descobrir e capturar Diogo Alves e o seu bando de malfeitores. Diogo Alves, embora deixe um rasto de violência e morte, consegue sempre escapar-se às mãos da justiça. É preciso detê-lo. O juiz não desiste e aos poucos, mergulhado no ambiente de violência e miséria que se vive na capital do reino, vai juntando as peças deste complicado puzzle de crimes e assaltos.

O Assassino do Aqueduto

A arrepiante história de Diogo Alves, o homem que aterrorizou Lisboa no século XIX

de Anabela Natário

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896265106
Editor: A Esfera dos Livros
Data de Lançamento: Janeiro de 2014
Idioma: Português
Dimensões: 159 x 233 x 15 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 296
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Policial e Thriller
Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789896265106

Histórico

Patrícia Oliveira

Um livro que retrata a Lisboa de outra época através de um conhecido assassino e ladrão: Diogo Alves.

Interessante

Luís Silveira

Interessante reconstrução da sociedade e ambiente marginal de Lisboa, no sé. XIX, com base nos crimes de Diogo Alves. E é verdade que a sua cabeça está num recipiente de vidro, no Teatro Anatómico da Faculdade de Medicina de Lisboa. Uma face muito calma, para o criminoso que foi, e bem documentado por Anabela Natário.

Recomendado

Ana Lúcia Loureiro

É uma boa reconstituição da cidade de Lisboa de outra época, de um tempo em que o bem e o mal conviviam lado a lado e chegar aos culpados nem sempre era tarefa fácil. Com as dividas diferenças seculares, será assim tão diferente dos dias de hoje?

A Ler

Luís Filipe Vaz

A reconstituição da época é aliciante, conseguimos (re)viver a Lisboa do séc. XIX de forma quase plena. Por vezes, na ânsia de retratar minuciosamente a época de Diogo Alves, perde-se um pouco em pormenores - mas consegue valer sempre a pena. Por mim, gostei...

Recomendavel

Marina Pereira

Livro que recomendo a quem tem curiosidade pelo tema. está muit bem escrito porque se torna numa viagem à época, à sua linguagem, hábitos, realidades.

Muito interessante

Fancisco Rebelo

Bom livro para conhecer a historia do aquedouto. Lido durante a vaigem de avião

Muito Ineressante

Sandra Canelas

O tema é para mim interessante devido ao trabalho que desenvolvo relacionado com o Aqueduto das Águas Livres. Por existir pouca informação sobre este malfeitor, creio que este livro é excelente para enriquecer os conhecimentos acerca deste "personagem" que aterrorizou a cidade de Lisboa.

SOBRE O AUTOR

Anabela Natário

Nasceu em Lisboa, em 27 de Janeiro de 1960. Concluiu o Curso Superior de Jornalismo, na Escola Superior de Meios de Comunicação Social, à data, a funcionar na Faculdade de Letras de Lisboa.Tem a Carteira Profissional de Jornalista número 683. Iniciou-se no jornalismo em 1981, no 'Correio da Manhã'. Daí passou para a Agência Lusa e, em 1989, integrou a equipa fundadora do Jornal Público. Em 1996, fez uma paragem no jornalismo para desempenhar o cargo de adjunta do presidente do Supremo Tribunal de Justiça. Depois, foi fundadora do jornal «24 horas», de onde saiu para trabalhar numa empresa «fornecedora de prosa» que entretanto criara, a Énetextos. Colaborou ainda em diversos jornais e revistas, sendo actualmente editora do «Courrier Internacional».

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