O Amor Natural

de Carlos Drummond de Andrade
idioma: português, português do brasil
Editor: Editora Record, Janeiro de 2004 ‧
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Guardados durante anos, os poemas eróticos de Carlos Drummond de Andrade estão reunidos nesta excepcional colectânea. O Amor Natural é uma obra inquietante, pois revela uma face nova do poeta. Quase todos os poemas encontrados aqui são inéditos, com excepção de alguns publicados em revistas eróticas durante a década de setenta. Apesar de muitos deles terem servido de base para uma tese sobre o erotismo drummondiano, o autor optou por guardá-los em segredo, confiando aos seus herdeiros a tarefa de publicá-los após a sua morte.

O Amor Natural

de Carlos Drummond de Andrade

Propriedade Descrição
ISBN: 9788501064592
Editor: Editora Record
Data de Lançamento: Janeiro de 2004
Idioma: Português, Português do Brasil
Dimensões: 140 x 210 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 139
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9788501064592
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Carlos Drummond de Andrade

Carlos Drummond de Andrade (1902-1987), poeta, cronista, ficcionista, tradutor, foi uma das figuras maiores da literatura brasileira do século XX, a par de Manuel Bandeira e João Guimarães Rosa. Com uma longa carreira literária, produziu extensa obra em quase todos os géneros disponíveis, deixando ainda vasto conjunto de inéditos. Em 1962, supondo ter chegado perto do fim da vida ativa, publicou a célebre Antologia poética, em que dividiu os poemas selecionados por categorias temáticas, conjugando a exigência da seleção com um princípio de organização que se tornou orientação para a leitura da diversidade da sua poesia. Homem tímido e delicado, trabalhou como funcionário público durante 35 anos, viveu a maior parte da vida no Rio de Janeiro, embora tenha nascido em Itabira, no estado de Minas Gerais. A ligação à terra natal, aos homens, à família e à província é um dos traços que singularizam a sua poesia, de par com a liberdade de composição, o humor e o sentimento do mundo, como tão bem notou Manuel Bandeira: «Ternura e ironia agem na sua poesia como um jogo automático de alavancas de estabilização: não há manobra falsa nesse admirável aparelho de lirismo.»

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