O Amor em Armas

de José Marques Vidal
Editor: Oficina do Livro, outubro de 2009 ‧
Em 1808, Portugal era um país abandonado pelo Rei e em guerra com o invasor francês. Mas era, também, um lugar onde o amor e a lealdade escreviam a história de um país.

Na nascente do rio Vouga, durante as invasões francesas, João do Préstimo deserta da Legião Portuguesa e parte em busca de uma vida de paz. De regresso a casa, o seu destino cruza-se com o de Margarida. Os dois apaixonam-se e selam esse amor com o casamento.

Longe dos conflitos militares que assolavam a pátria, João é tentado pelo amigo Daniel a regressar ao campo de batalha. Despede-se de Margarida e do filho e volta para a guerra. Entretanto, Daniel, ao mesmo tempo que combate o invasor, é surpreendido por um amor proibido que o divide entre a pátria e o coração.

Entre juras de amor e intrigas, num cenário povoado por heróis e vilões, este livro recria um momento da História em que o povo fez da coragem a sua arma e não se resignou perante o invasor francês. Mas poderá o amor resistir a todas as batalhas?

O Amor em Armas

de José Marques Vidal

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895554768
Editor: Oficina do Livro
Data de Lançamento: outubro de 2009
Idioma: Português
Dimensões: 155 x 235 x 22 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 344
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789895554768

SOBRE O AUTOR

José Marques Vidal

José Marques Vidal nasceu em Pedaçães, no concelho de Águeda, em 1930.
Foi magistrado do Ministério Público nas comarcas de Arouca, Ovar e Porto e juiz de direito nas comarcas da Moimenta da Beira e São Pedro do Sul. Exerceu o lugar de procurador da República em Viseu, de onde transitou para a Procuradoria Geral da República, em Lisboa. Aí ocupou os cargos de auditor jurídico em vários ministérios, membro do Conselho Consultivo da Procuradoria Geral, membro eleito do Conselho Superior do Ministério Público e vice-procurador geral.
Exerceu ainda as funções de secretário geral do Ministério da Justiça, de director geral da Justiça e director geral da Polícia Judiciária, ocupando este último cargo durante seis anos. Em 1996 jubilou-se como juiz do Supremo Tribunal Administrativo.

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