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O Amigo

de Giorgio Agamben
Editor: Pedago, março de 2013 ‧
11,66€
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A amizade está tão estreitamente ligada à própria definição de filosofia que podemos dizer que sem ela, a filosofia não seria possível. A intimidade entre amizade e filosofia é tão profunda que esta inclui o philos, o amigo, no seu próprio nome e, como acontece frequentemente em casos de proximidade excessiva, a filosofia arrisca-se a não conseguir concretizá-la. No mundo clássico, esta promiscuidade, e quase consubstancialidade, do amigo e do filósofo, era óbvia, e é certamente com uma intenção num certo sentido arcaizante que um filósofo contemporâneo - no momento de colocar a questão radical: "o que é a filosofia?" - Pôde escrever que se trata de uma questão a resolver entre amis. De facto, hoje a relação entre amizade e filosofia caiu no descrédito e é com uma espécie de embaraço e de má consciência que aqueles que fazem profissão de filosofar tentam acertar as contas com este partner incómodo e por assim dizer clandestino para o seu pensamento.

O Amigo

de Giorgio Agamben

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898449177
Editor: Pedago
Data de Lançamento: março de 2013
Idioma: Português
Dimensões: 139 x 210 x 4 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 48
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9789898449177

SOBRE O AUTOR

Giorgio Agamben

Filósofo italiano, Giorgio Agamben nasceu em Roma em 1942. Formado em Direito, com uma tese sobre o pensamento político de Simone Weil, é responsável pela edição italiana da obra de Walter Benjamin. Foi visiting professor na Università di Verona e na New York University, antes de renunciar entrar nos Estados Unidos da América, em protesto contra a política de segurança do anterior governo norte-americano. Atualmente leciona Estética e Filosofia Teorética na Università IUAV em Veneza. A sua produção centra-se nas relações entre a filosofia, a literatura, a poesia e, fundamentalmente, a política. Entre os seus ensaios filosóficos contam-se Bartleby, la fortuna della criazone (1993), escrito com Gilles Deleuze, Homo sacer (1995), Mezzi senza fine. Note sulla politica (1996), Quel che resta di Auschwitz. L’archivio e il testimone (1998), Il tempo che resta. Un commento alla «Lettera ai Romani» (2000), La communitá che viene (1990, 2001) e L’aperto. L’uomo e l’animale.

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