N'zaji - O Último Contratado
Editor:
Imagens & Letras, julho de 2016 ‧
ver detalhes do produto
18,50€
10% DESCONTO
CARTÃO
Y1VoTFNIbHBhVkF2WVRSNVREQndiU3Q1S3pGT1NFWXlObXQyUlZSUmJqWnpjSEF6VjBKelNIWkRhbXB2UlV0UVZYVnBjMXA1Wms1YU1uUnNNV0ZLTjNSU2RrVjBWRGRLYTI5WVJWSk9aRkY2UjB4S2JIQkZXV00zZVVaTFdIUm5VV2t2VFRBdlQzTjVNbHBPUWs5alduaFdhMVpUZFRreWQydDBNSEZQUmtKNmJ6azNkV1F5T0RKeVNVTXlWRFJ5UldaM1dXNTNZMjVWWVdkdVptUlhWRzlIU0ZkdFMxbzJkR1pYVG1kRE9YbzFkMHhMYzBScWVWZEhUMFYyU3k4MVpHbEhRakUyUkN0V1lYRlVaVEpESzNkQ1QyMUJNbUZhVWxWelVGUnJkMFppZW5oMmJYSlZSaXRzU0hoTFpuTmhVSFZVYWt4aFZYSm1iMlZhYmxkaVFUaENZMWhCWkdZemJHNUhibXBIYVVZMWRGQjFVM1JpUWpReVUxZEhiRmRhUkd0T1RHUkJWbGhQT0RaS1QwRmthU3RrVlZac2QycDZhVEJHWjNaUlpUSnpZMUptU2xoYUwxQnlTell6UlhGUVJrbHFNMU5EVUdReWFucFVjVmtyVGpsT2RWQktSVFYxTm1sT1R6TkRkRk4xUm10UlFsSXpjRTlIVDBSdmJYUlhXRlpVT0V4eWJWVk9WSGQ0Ym1KcE4zTk9jalJ6YTFkeVZHRklhbGxTUmxGRU9XaENPRTQxVWtSSlprZG1Wak16UlVwSE9YTnlTV1ZPVmtkdE0ySnZOMkZ2WXpVeFlqRkNUVVY1T1doNU0wMW9TVGt5V1haVVFtVTNLMm94V0dkTFkxWllRMm95VG1OYUwyNUVTak4wSzJkTWVXOXlLMFZ6Tml0aU5XWmxMeXRsYWpsSFRXRjFkQzlhZUd0SGNqRnhkSGw2VjFwVWMyaHhkSEZaS3psVGJXOXZWRmg0WW1oc1dXOVNaVmx6TlU0d1drdHZZVkoyUTNONlNqbHhWRkYwU210NGRIaGtSR0pJTWxsMVlsaEpUWFZoVkV4M1NDdHVTSG92TWs1V2FEQndWbmRyYTBORU1VaENjR3BwV1UwdlVsZDNaa0YyVjIxbU9FWTBhVGRzWVRGNmVuQkRia1J3VGtaWmMwSlpkM1pLYW01eE5FVTRTMnBrV2tKdlZtcHFOV056VlUwelpVcDZVVEJ4WjI5Sk1qRmtNM2Q1ZURWWFJ6Tm9aa05MY0djd2NEZFNiVE5WYzFaTVlVbFBjREI2UVc5aGF6SjVSemc0UXpWcFRrOUZTRlJUT1d0WWNYbFRXbmN4VjFKTVJXVk9iVFpCYW1FNU1FOVFVRzh3V1dGMFMxWTNMemRyY21WdVpVMVpSR2xPY0ZWaE5WUnhkejA5Olc3SWhGV1hzY3AxZEFnRkpNb0R6dEE9PQ==
portes grátis
SINOPSE
Na melhor tradição da literatura e ficção angolana, N’zaji O Último Contratado é uma narrativa histórica sobre o sistema de trabalho forçado promovido pelo regime colonial português.
"O mundo é grande e ali é só o início. Convencido de que a hora da sorte tinha chegado, N’zaji deixou-se levar pela ideia de abandonar o Dondo e dar um salto mais além, talvez mesmo até Luanda. A poucos passos da lavra o velho comboio a vapor ia e vinha. O ex-contratado ficava admirado ao ver aqueles quartos de chapa e madeira cheios de gente, deslizando sobre a linha férrea, enquanto o motor, com ruidosos jactos, deitava para o ar espessas nuvens de fumo e, para baixo, grossas brasas acesas."
Do prefácio de António F. Costa
(…) A vila do Dondo, logo apresentada no início da narrativa, é o espaço mítico em que o autor situa os acontecimentos, o espaço em que N’zaji e outros contratados se movimentam. Além do trabalho forçado, N’zaji e os colegas ainda enfrentam outras dificuldades, com o problema de integração social e o da aprendizagem do português. N’zaji e os restantes contratados não usufruem de nenhum estatuto social, dada a falta de protecção que vivem perante a lei. São homens sem defesas, perante a lei, sem anti-corpos susceptíveis de garantirem a sua protecção, perante a injustiça grosseira do regime colonial.
(…)Se atentarmos na sintaxe da narrativa, ou seja, na observação do esquema de articulação dos factos relevantes, vemos que «N’zaji - O Último Contratado» obedece a uma sintaxe de encaixamento de alguns factos de relevo. Somos confrontados com uma macro-história que configura a narrativa primária e que é relativa à vida de N’zaji, mas também com outras micro-histórias, como o relato da vida de Rocha. Este micro-relato aparece encaixado no interior do macro-relato que representa a vida de N’zaji. O relato da vida de Catavento, outro contratado que decide abandonar Dondo e regressar à terra natal, depois de terminado o contrato, obedece a idêntico esquema de encaixamento. (…)
"O mundo é grande e ali é só o início. Convencido de que a hora da sorte tinha chegado, N’zaji deixou-se levar pela ideia de abandonar o Dondo e dar um salto mais além, talvez mesmo até Luanda. A poucos passos da lavra o velho comboio a vapor ia e vinha. O ex-contratado ficava admirado ao ver aqueles quartos de chapa e madeira cheios de gente, deslizando sobre a linha férrea, enquanto o motor, com ruidosos jactos, deitava para o ar espessas nuvens de fumo e, para baixo, grossas brasas acesas."
Do prefácio de António F. Costa
(…) A vila do Dondo, logo apresentada no início da narrativa, é o espaço mítico em que o autor situa os acontecimentos, o espaço em que N’zaji e outros contratados se movimentam. Além do trabalho forçado, N’zaji e os colegas ainda enfrentam outras dificuldades, com o problema de integração social e o da aprendizagem do português. N’zaji e os restantes contratados não usufruem de nenhum estatuto social, dada a falta de protecção que vivem perante a lei. São homens sem defesas, perante a lei, sem anti-corpos susceptíveis de garantirem a sua protecção, perante a injustiça grosseira do regime colonial.
(…)Se atentarmos na sintaxe da narrativa, ou seja, na observação do esquema de articulação dos factos relevantes, vemos que «N’zaji - O Último Contratado» obedece a uma sintaxe de encaixamento de alguns factos de relevo. Somos confrontados com uma macro-história que configura a narrativa primária e que é relativa à vida de N’zaji, mas também com outras micro-histórias, como o relato da vida de Rocha. Este micro-relato aparece encaixado no interior do macro-relato que representa a vida de N’zaji. O relato da vida de Catavento, outro contratado que decide abandonar Dondo e regressar à terra natal, depois de terminado o contrato, obedece a idêntico esquema de encaixamento. (…)
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789898153593 |
| Editor: | Imagens & Letras |
| Data de Lançamento: | julho de 2016 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 149 x 227 x 6 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 96 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Memórias e Testemunhos
|
| EAN: | 9789898153593 |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
10%Memórias de um SobreviventeDiversos25,44€ 10% CARTÃOportes grátis
-
10%A Companhia dos CorvosPadrões Culturais10,00€ 10% CARTÃO