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Nova Síntese - Cultura Científica e Neo-Realismo
Editor:
Edições Colibri, agosto de 2019 ‧
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SINOPSE
Inspirado pela teoria do Materialismo Dialéctico, divulgada nos meios políticos e intelectuais portugueses nos anos 30 e princípios dos anos 40 do século passado, o Neo-Realismo é a designação de um amplo movimento cuja expressão se afirma nos campos cultural, literário e artístico, não sendo também nada negligenciáveis as expressões filosófica e cientifica, entendida esta última na acepção dos domínios afectos às Ciências da Natureza e Matemática, de uma parte dos seus participantes ou companheiros de geração.
Parece corroborar este último ponto, ou a influência do Neo-Realismo nos meios científicos, a defesa da ideia, feita por alguns autores, de uma interpretação cientista do marxismo adoptada pelos intelectuais marxistas portugueses envolvidos nesse movimento.
Assim, a acompanhar o activismo literário-artístico neo-realista, afirmavam-se também os seus compagnons de route que militavam de uma forma mais actuante nos domínios da Filosofia, da Matemática e das Ciências da Natureza, não se poupando a esforços de, na imprensa afecta ao movimento, defender e desenvolver a popularização de temas científicos bem como o relevo e alcance da prática da investigação científica (e.g. O Diabo, Sol Nascente, Síntese e Vértice ).
«Quase todos participavam, a bordo da fragata Liberdade, nos passeios culturais no Tejo. E também uma boa parte deles também fizera parte do grupo de amigos do jornal Liberdade que, em meados da década de trinta, tentara salvar este jornal estudantil que se afirmava como radical e pertencendo à esquerda republicana.»
[da "Apresentação" de Augusto Fitas]
Parece corroborar este último ponto, ou a influência do Neo-Realismo nos meios científicos, a defesa da ideia, feita por alguns autores, de uma interpretação cientista do marxismo adoptada pelos intelectuais marxistas portugueses envolvidos nesse movimento.
Assim, a acompanhar o activismo literário-artístico neo-realista, afirmavam-se também os seus compagnons de route que militavam de uma forma mais actuante nos domínios da Filosofia, da Matemática e das Ciências da Natureza, não se poupando a esforços de, na imprensa afecta ao movimento, defender e desenvolver a popularização de temas científicos bem como o relevo e alcance da prática da investigação científica (e.g. O Diabo, Sol Nascente, Síntese e Vértice ).
«Quase todos participavam, a bordo da fragata Liberdade, nos passeios culturais no Tejo. E também uma boa parte deles também fizera parte do grupo de amigos do jornal Liberdade que, em meados da década de trinta, tentara salvar este jornal estudantil que se afirmava como radical e pertencendo à esquerda republicana.»
[da "Apresentação" de Augusto Fitas]
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896898861 |
| Editor: | Edições Colibri |
| Data de Lançamento: | agosto de 2019 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 166 x 235 x 25 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 412 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Ensaios
|
| EAN: | 9789896898861 |
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