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Notre Relation A La Mort. La Desillusion Causee Par La Guerre.

de Sigmund Freud
idioma: francês
Editor: PAYOT, outubro de 2012 ‧
6,85€
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Au printemps 1915, six mois après la déclaration de guerre, Freud publie deux textes dans la revue Imago sous le titre « Considérations actuelles sur la guerre et sur la mort ». Dans l'inconscient, dit Freud, chacun de nous est persuadé de son immortalité. Nous ne pouvons pas nous représenter notre propre mort. Mais nous sommes beaucoup plus ambivalent en ce qui concerne l'être aimé. Quant à l'étranger ou l'ennemi, nous sommes volontiers le jouet de désirs meurtriers... Pourquoi ?

Notre Relation A La Mort. La Desillusion Causee Par La Guerre.

de Sigmund Freud

Propriedade Descrição
ISBN: 9782228908092
Editor: PAYOT
Data de Lançamento: outubro de 2012
Idioma: Francês
Tipo de produto: Livro
Coleção: Les Nouveaux Cahiers
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura
EAN: 9782228908092

SOBRE O AUTOR

Sigmund Freud

Sigmund Freud nasceu no dia 6 de maio de 1856 em Freiberg, no Império Austro-Húngaro, numa família de tradição judaica. Muda-se com a família para Viena com apenas 4 anos de idade, e lá viverá até à ocupação alemã de 1938.
Estudante aplicado e ambicioso, entra para a faculdade de Medicina no ano de 1873, terminando o curso em 1881. Entretanto conhece Josef Breuer, com quem discute a hipnose. No ano de 1885 desloca-se a Paris para estagiar com Jean-Martin Charcot, um neurologista conhecido por toda a Europa pelos seus estudos sobre a histeria e o uso da hipnose. No ano seguinte Freud regressa a Viena e casa com Martha Bernays.
Abre um consultório particular no qual usa a hipnose na cura dos seus pacientes. A publicação da sua "Interpretação dos Sonhos" data de 1900. Com esta obra Freud apresenta ao público uma descrição sobre o inconsciente da mente humana. Dois anos mais tarde é nomeado Professor "Extraordinarius" da Universidade de Viena e reúne à sua volta um grupo de discípulos com quem, em 1908, forma a "Sociedade Psicanalítica de Viena".
Incontornáveis são os seus estudos e teorias sobre a sexualidade, com os quais chocou a sociedade a partir de 1905. Com 67 anos de idade é-lhe diagnosticado um cancro, que tenta curar com sucessivas operações nos 16 anos seguintes.
Freud vê os seus livros serem queimados na praça pública em Berlim, depois da ascensão de Hitler ao poder. Com a anexação da Áustria pela Alemanha, foge com a mulher para Londres, onde vem a morrer de cancro, no dia 23 de setembro de 1939.

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