10% de desconto

No Terramoto de 1975

de Tomás A. Moreira
Editor: Editora Guerra & Paz, março de 2026 ‧
20,00€
18,00€
10% DESCONTO IMEDIATO
EM STOCK -
portes grátis
Porto, junho de 1975. No auge do Verão Quente da revolução, Portugal arrisca cair na órbita soviética e tornar-se numa ditadura comunista. Sucedem-se as prisões de políticos de direita, de empresários e de centenas de pessoas suspeitas de resistência ao processo revolucionário.

Ruy Höfle Moreira, então dono da Molaflex, está detido há três meses, acusado de atividades contra-revolucionárias. Trata-se de meras suposições, das quais nunca haverá uma acusação oficial ao longo do período de detenção, que durará oito meses.

Em pleno PREC, mais de mil trabalhadores da Molaflex manifestam-se pacificamente em frente ao Quartel-General. Não querem causar tumultos nem estão contra o 25 de Abril; apenas pedem que os militares lhes expliquem a situação do patrão. São atacados e agredidos por militantes revolucionários, que os acusam de serem fascistas; vários trabalhadores são detidos pelos militares.

Esta foi, no Portugal democrático, em pleno PREC, a primeira manifestação pública em prol de um patrão e abalou a opinião pública.

No Terramoto de 1975

de Tomás A. Moreira

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895763610
Editor: Editora Guerra & Paz
Data de Lançamento: março de 2026
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 231 x 27 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 428
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > História > História de Portugal
EAN: 9789895763610

Revelador de uma época

RR

Livro notável que revela o ambiente vivido durante o PREC em que uma minoria comunista irresponsável(pleonasmo) reprimiu inocentes e quase levou o país à desgraça total.

A verdade escondida

João Cerqueira

Apesar de vivermos em Democracia, apesar de haver liberdade de expressão, a violência do PREC era um tema tabu. Os donos do regime tinham criado uma mitologia de pureza do 25 de Abril que não se coadunava com a existência de presos políticos e tortura depois da Revolução. O assunto foi censurado nos manuais escolares e na comunicação social. Quem se atrevesse a referir esta verdade incómoda era rotulado de fascista. No Terramato de 1975 mostra, com documentos, que até ao 25 de Novembro não existiu Liberdade nenhuma, nem qualquer tipo de direito legal ou cívico. Os donos do poder - o PCP e a extrema-esquerda que controlavam o MFA- comportaram-se como tiranos de uma qualquer ditadura e usaram métodos semelhantes aos da PIDE. Uma das vítimas desse poder ditatorial foi o empresário Ruy Moreira. Acusado de pertencer ao ELP, sem qualquer prova, foi preso durante oito meses sem ter direito a advogado ou assistência médica, em condições degradantes. Os seus trabalhadores - Molaflex - fizeram um manifestação junto à prisão militar a favor de Moreira e, também eles, sofreram represálias. Escrito com rigor histórico - com o devido contexto internacional -, ritmo rápido e bom português, o livro prende o leitor desde a primeira página. E, por entre tanto abuso e vilania, consegue ainda ter momentos de humor negro - num panfleto da altura, uma assistente social da Molaflex é descrita como «comunista fanática», mas «jeitosa». Nenhum leitor que acredite na Democracia poderá deixar de ficar indignado, e horrorizado, com o que se passou com Ruy Moreira e tantos outros portugueses cujo único crime era serem bem-sucedidos. E mesmo os mais fanáticos defensores da pureza de Abril irão ficar com as suas certezas abaladas. Há, obviamente, muita gente a tentar denegrir este livro nas redes sociais - mas ninguém consegue demonstrar que os factos narrados são mentiras. No Terramoto de 1975 é o mais importante livro sobre o pós-25 de Abril escrito neste século.

SOBRE O AUTOR

Tomás A. Moreira

Tomás A. Moreira, filho de Ruy Höfle Moreira, nasceu no Porto em 1957, onde vive.
Engenheiro Eletrotécnico pela Technische Universität München, foi auditor de Defesa Nacional no IDN – Instituto de Defesa Nacional em 1996. De 2017 a 2023, escreveu para a Real Gazeta do Alto Minho.
Empresário e gestor, foi dirigente de associações empresariais nacionais e internacionais, sendo dirigente da Causa Real desde 1989. É também cônsul Honorário da Áustria no Porto.
É ainda autor de várias publicações, entre elas, «O Investimento Estrangeiro em Portugal e a Defesa Nacional», na Revista Nação e Defesa e «Alves Moreira, das Terras de Santa Maria», na revista Raízes & Memórias. Além disso, é autor dos livros José Luiz: Pintor, Artista-porque sim, Memórias dum Roialista e O Legado de D. Luís II – Cem Anos de História de Portugal Alternativa (1887-1987).
Rafael Rodrigues da Pena é o pseudónimo de Tomás A. Moreira.

(ver mais)

DO MESMO AUTOR

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU