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Nesta Casa Não Há Pulgas!

(e também não entram ratos)

de Ana Ferreira da Silva
Editor: Edições Vieira da Silva, outubro de 2021 ‧
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RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
"Nesta casa não há pulgas..." é um escrito catártico, surgido da necesidade de sobreviver psicologicamente à pressão da terceira vaga da COVID-19 no hospital onde trabalho, metamorfoseado a cerca de 90% em "covidário" numa altura em que o SNS lutava para sobreviver ao maior desafio da sua existência.

Recuando no tempo até à próspera Veneza do século XVII, o enredo da peça conduz-nos ao drama repetitivo das epidemias de peste negra veiculada pelos navios mercantes vindos do Extremo Oriente, carregados de especiarias e artigos de luxo tão do agrado da burguesia e das cortes europeias - e de ratos infetados e respetivas pulgas.

No cenário de uma destas epidemias, encontramos o rico mercador Minestrone que, sentindo iminente uma grave crise económica, procura ligar-se a uma família supostamente nobre e opulenta através do casamento da bela filha Angelica com o doutor Lorenzo Malaspina, filantrópico esculápio toscano em autoimposta missão no tratamento dos pestilentos de Veneza.
Como seria de esperar, o Destino a todos troca as voltas.

Nesta Casa Não Há Pulgas!

(e também não entram ratos)

de Ana Ferreira da Silva

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897794865
Editor: Edições Vieira da Silva
Data de Lançamento: outubro de 2021
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 221 x 4 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 76
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Teatro (Obra)
EAN: 9789897794865

SOBRE O AUTOR

Ana Ferreira da Silva

Ana Ferreira da Silva nasceu em Lisboa, a 7 de maio de 1957. A sua infância decorreu entre Madrid, a linha de Cascais e Moçambique. Este contacto precoce com culturas e mentalidades diversas contribuiu para uma salutar abertura de espírito, mas também para o desenvolvimento de um carácter introspetivo, fruto dos frequentes desenraizamentos. Foi deste modo que, ainda em África, começou a voltar-se para a escrita, ensaiando os primeiros passos em poesia e conto.
Aos 14 anos começou a interessar-se pelo romance histórico.
Licenciou-se em Medicina pela Universidade de Lisboa e atualmente é anestesista do quadro do Hospital das Forças Armadas, mantendo a escrita como atividade paralela.
Não sendo a sua primeira obra, o conto medieval "Os Algozes de Nenhures" surge como a sua estreia perante os leitores.

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