Nas Brumas da Memória
Editor:
Chiado Books, julho de 2015 ‧
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SINOPSE
O Mundo proporciona a quem escreve uma capacidade de reflexão que se repercute numa vontade expressa de dizer ao Hoje, que o Ontem foi plantado de Dor, Nostalgia e Medo e que, se o Homem não parar para pensar, poderá criar-se um AMANHÃ sem quaisquer contornos de Moral, de Amor e de familiaridade.
Hoje, vivemos numa alienação permanente, supondo ser aquilo que não somos e querendo ser aquilo que não podemos. Mas apesar da constatação da impossibilidade de ser (social, económico e científico) insiste-se na criação de máscaras que nos conduzam - de modo abruto ou não - àquela meta que preconizámos, mas sem pensar nas consequências de tantas atitudes insólitas e incongruentes.
Nunca o Mundo viveu tão inóspito como hoje, porque a tecnologia assumiu contornos do domínio do incrível, mas a moral e os restantes valores caíram abruptamente e atingiram o insólito. Dir-se-á que o Homem só conhece a máquina porque o seu SER é um todo que ele prefere e quer desconhecer.
Rio abaixo numa qualquer canoa percebe-se a dimensão da beleza de uma qualquer paisagem, mas não há nenhum dado ou viagem onírica que nos permita dizer que, a beleza moral está aqui, rio acima ou no alto daquela montanha.
Certa de que semeando mil mensagens o Homem permanece insensível, avança-se escrevendo sobre o desagradável e o inóspito conscientes de que o aforismo é de macro valência «Persistir é conseguir».
Direi que com persistência e desenhando quadros identificativos deste estado de vida do século XXI, talvez seja suposto que o Homem - algum dia - envergonhado, pare para refletir. E porque a esperança é uma luz florescente que não se apaga, traz atrás pensamentos de cristal que são meus, sendo simultaneamente de todos nós, porque só quem é louco é indiferente a tudo aquilo que faz - peça a peça - a hecatombe existencial.
Hoje, vivemos numa alienação permanente, supondo ser aquilo que não somos e querendo ser aquilo que não podemos. Mas apesar da constatação da impossibilidade de ser (social, económico e científico) insiste-se na criação de máscaras que nos conduzam - de modo abruto ou não - àquela meta que preconizámos, mas sem pensar nas consequências de tantas atitudes insólitas e incongruentes.
Nunca o Mundo viveu tão inóspito como hoje, porque a tecnologia assumiu contornos do domínio do incrível, mas a moral e os restantes valores caíram abruptamente e atingiram o insólito. Dir-se-á que o Homem só conhece a máquina porque o seu SER é um todo que ele prefere e quer desconhecer.
Rio abaixo numa qualquer canoa percebe-se a dimensão da beleza de uma qualquer paisagem, mas não há nenhum dado ou viagem onírica que nos permita dizer que, a beleza moral está aqui, rio acima ou no alto daquela montanha.
Certa de que semeando mil mensagens o Homem permanece insensível, avança-se escrevendo sobre o desagradável e o inóspito conscientes de que o aforismo é de macro valência «Persistir é conseguir».
Direi que com persistência e desenhando quadros identificativos deste estado de vida do século XXI, talvez seja suposto que o Homem - algum dia - envergonhado, pare para refletir. E porque a esperança é uma luz florescente que não se apaga, traz atrás pensamentos de cristal que são meus, sendo simultaneamente de todos nós, porque só quem é louco é indiferente a tudo aquilo que faz - peça a peça - a hecatombe existencial.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895142101 |
| Editor: | Chiado Books |
| Data de Lançamento: | julho de 2015 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 141 x 218 x 12 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 162 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Viagens na Ficção |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Memórias e Testemunhos
|
| EAN: | 9789895142101 |