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Napoleon En Chamartin ("Episodios Nacionales, 5 / Primera Serie")

de Benito Pérez Galdós
idioma: espanhol
Editor: ALIANZA, Janeiro de 2015 ‧
12,74€
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El gran friso narrativo de los Episodios Nacionales sirvió de vehículo a Benito Pérez Galdós (1843-1920) para recrear en él, novelescamente engarzada, la totalidad de la compleja vida de los españoles -guerras, política, vida cotidiana, reacciones populares- a lo largo del agitado siglo XIX. En "Napoleón en Chamartín", de nuevo es Madrid escenario de las aventuras de Gabriel de Araceli. Su asendereada existencia y su amor por Inés lo llevan a la capital de España, a la que se aproximan los ejércitos franceses. Asiste -y con él los lectores, gracias a la viveza descriptiva del novelista- a la entrada del Emperador en la Villa y Corte. Sin embargo, por encima del hecho histórico predomina en este episodio el retrato de tipos y aspectos de la realidad cotidiana madrileña -artesanos, frailes, hombres públicos-, de cuya pintura es Galdós el gran maestro.

Napoleon En Chamartin ("Episodios Nacionales, 5 / Primera Serie")

de Benito Pérez Galdós

Propriedade Descrição
ISBN: 9788420693842
Editor: ALIANZA
Data de Lançamento: Janeiro de 2015
Idioma: Espanhol
Dimensões: 123 x 183 x 12 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 272
Tipo de produto: Livro
Coleção: Seix Barral
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788420693842

SOBRE O AUTOR

Benito Pérez Galdós

Benito Pérez Galdós nasceu em 10 de maio de 1843, em Las Palmas, nas ilhas Canárias, e é considerado o maior romancista espanhol desde Miguel de Cervantes.
Filho de militar, mudou-se, em 1862, para Madrid a fim de estudar Direito, tendo aí frequentado as reuniões do Ateneu e os cafés Fornos e Suizo, onde se relacionou com os intelectuais e artistas da época, começando a escrever para os jornais La Nación e El Debate. Em 1868, abandonou os estudos para se dedicar inteiramente à escrita. Viajou pela Europa, familiarizando-se com as tendências literárias da época, como o realismo e o naturalismo. A sua prolífica obra, tanto em romances como em peças de teatro, foi marcada pelo realismo, refletindo a sua preocupação com os problemas políticos e sociais da época, como o seu percurso político de tendência progressista e anticlerical também demonstra. Galdós chegou mesmo a ser deputado, entre 1886 e 1890, na ala liberal, e, em 1907 e 1910, como republicano.
Comparado a Honoré de Balzac e Charles Dickens, tornou-se membro da Real Academia em 1897 e foi nomeado para o Prémio Nobel em 1912. Faleceu em 4 de janeiro de 1920, em Madrid.

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