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Aita Tettauen

de Benito Pérez Galdós
idioma: espanhol
Editor: Alianza Editorial, fevereiro de 2010 ‧
13,20€
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El gran friso narrativo de los Episodios Nacionales sirvió de vehículo a Benito Pérez Galdós (1843-1920) para recrear en él, novelescamente engarzada, la totalidad de la compleja vida de los españoles -guerras, política, vida cotidiana, reacciones populares- a lo largo del agitado siglo xix. Animada por una pequeña trama novelesca, AITA TETTAUEN es una completa y verdadera crónica de la «Guerra de Africa», emprendida por OæDonnell en 1859 para castigar las frecuentes incursiones marroquíes contra Ceuta y Melilla. La abigarrada ciudad de Tetuán y los moros, judíos y renegados que, dentro de ella, viven su sitio y asalto, se cuentan entre los grandes protagonistas de este movido episodio.

Aita Tettauen

de Benito Pérez Galdós

Propriedade Descrição
ISBN: 9788420669076
Editor: Alianza Editorial
Data de Lançamento: fevereiro de 2010
Idioma: Espanhol
Dimensões: 108 x 174 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 256
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788420669076

SOBRE O AUTOR

Benito Pérez Galdós

Benito Pérez Galdós nasceu em 10 de maio de 1843, em Las Palmas, nas ilhas Canárias, e é considerado o maior romancista espanhol desde Miguel de Cervantes.
Filho de militar, mudou-se, em 1862, para Madrid a fim de estudar Direito, tendo aí frequentado as reuniões do Ateneu e os cafés Fornos e Suizo, onde se relacionou com os intelectuais e artistas da época, começando a escrever para os jornais La Nación e El Debate. Em 1868, abandonou os estudos para se dedicar inteiramente à escrita. Viajou pela Europa, familiarizando-se com as tendências literárias da época, como o realismo e o naturalismo. A sua prolífica obra, tanto em romances como em peças de teatro, foi marcada pelo realismo, refletindo a sua preocupação com os problemas políticos e sociais da época, como o seu percurso político de tendência progressista e anticlerical também demonstra. Galdós chegou mesmo a ser deputado, entre 1886 e 1890, na ala liberal, e, em 1907 e 1910, como republicano.
Comparado a Honoré de Balzac e Charles Dickens, tornou-se membro da Real Academia em 1897 e foi nomeado para o Prémio Nobel em 1912. Faleceu em 4 de janeiro de 1920, em Madrid.

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