Não Sei se Sou Diferente...
A (In)Visibilidade da Diversidade Cultural
Editor:
Livros Horizonte, setembro de 2008 ‧
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SINOPSE
Este é um trabalho realizado com base no acreditar que é importante dar voz às crianças e saber o que sabem, o que sentem e o que querem da escola, quais as suas representações da escola multicultural que frequentam. Parte-se do princípio de que a diversidade é um bem e uma realidade a ser trabalhada no sentido de uma convivência harmoniosa entre todos e não um problema a rejeitar ou a ignorar.
A Escola é, certamente, um local por excelência de inclusão das diversidades, porque de reconhecimento, não deixando de ser também um local de tensões culturais, com uma cultura própria e dominante. O Homem é considerado como um ser intercultural, sendo a cultura um processo dinâmico em que interagem diferentes valores, símbolos e representações, e criativo no modo como regula comportamentos.
Trata-se aqui de uma abordagem às realidades que estabelecem conexões, linhas de fuga, no sentido de não serem esquecidos todos os condicionalismos da pessoa, que, por o ser, não vive nenhum determinismo cultural ou social.
A autora acredita que as Representações Sociais não são imutáveis e que por isso podem modificar realidades e serem por estas modificadas e que a Educação é, antes de mais, relação, defesa da alteridade inclusiva pela diferença positiva, é uma prática baseada na dinâmica relacional na defesa dos direitos de cada um no processo de aprendizagem.
Este estudo, tal como outros, não é conclusivo, mas poder-se-á inferir que a criança apesar de possuir representações sociais por antecipação (a família e os amigos em relação à Escola), não deixa de as construir, autonomamente, através da sua própria vivência e relação com a Escola.
Através de uma abordagem aos documentos mais significativos da escola "Entre-Nós", às entrevistas exploratórias e ao questionário a autora fez uma análise numa perspectiva intercultural tendo por base os contributos teóricos da Sociologia, Antropologia, Filosofia, Psicossociologia e Educação Intercultural.
Para que a Escola se possa assumir como um espaço em que as descontinuidades, e até mesmo as rupturas culturais, sejam cada vez mais atenuadas, há que ter um conhecimento mais aprofundado e consistente da comunidade em que está inserida, das crianças que lhe dão sentido e que tipo de dinâmicas culturais e de comunicação são estabelecidas. Cada cultura poderá ser um ponto de partida e também um ponto de chegada face à mudança ou à cristalização dos comportamentos.
A Escola é, certamente, um local por excelência de inclusão das diversidades, porque de reconhecimento, não deixando de ser também um local de tensões culturais, com uma cultura própria e dominante. O Homem é considerado como um ser intercultural, sendo a cultura um processo dinâmico em que interagem diferentes valores, símbolos e representações, e criativo no modo como regula comportamentos.
Trata-se aqui de uma abordagem às realidades que estabelecem conexões, linhas de fuga, no sentido de não serem esquecidos todos os condicionalismos da pessoa, que, por o ser, não vive nenhum determinismo cultural ou social.
A autora acredita que as Representações Sociais não são imutáveis e que por isso podem modificar realidades e serem por estas modificadas e que a Educação é, antes de mais, relação, defesa da alteridade inclusiva pela diferença positiva, é uma prática baseada na dinâmica relacional na defesa dos direitos de cada um no processo de aprendizagem.
Este estudo, tal como outros, não é conclusivo, mas poder-se-á inferir que a criança apesar de possuir representações sociais por antecipação (a família e os amigos em relação à Escola), não deixa de as construir, autonomamente, através da sua própria vivência e relação com a Escola.
Através de uma abordagem aos documentos mais significativos da escola "Entre-Nós", às entrevistas exploratórias e ao questionário a autora fez uma análise numa perspectiva intercultural tendo por base os contributos teóricos da Sociologia, Antropologia, Filosofia, Psicossociologia e Educação Intercultural.
Para que a Escola se possa assumir como um espaço em que as descontinuidades, e até mesmo as rupturas culturais, sejam cada vez mais atenuadas, há que ter um conhecimento mais aprofundado e consistente da comunidade em que está inserida, das crianças que lhe dão sentido e que tipo de dinâmicas culturais e de comunicação são estabelecidas. Cada cultura poderá ser um ponto de partida e também um ponto de chegada face à mudança ou à cristalização dos comportamentos.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789722415804 |
| Editor: | Livros Horizonte |
| Data de Lançamento: | setembro de 2008 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 250 x 249 x 9 mm |
| Páginas: | 166 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Biblioteca do Educador |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Ensino e Educação
>
Ensino Especial
|
| EAN: | 0370000335636 |