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Não Há Coincidências

de Margarida Rebelo Pinto
Editor: Clube do Autor, maio de 2015 ‧
14,00€
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Não há coincidências conta as aventuras amorosas de Vera, uma "trintinha" solteira que oscila entre uma existência leve e o mito do príncipe encantado com quem sonha casar e ter filhos. Vera ama platonicamente João, vive com Tiago e tem um caso com Luís. Mas a sua vida muda quando se apaixona por Manel…
Eis uma narrativa divertida e envolvente que nos faz pensar que na vida não há coincidências.

«Margarida Rebelo Pinto escreve essencialmente sobre o amor, a vida e as relações, e disso nunca nos conseguimos cansar o suficiente.»
Starstyle (Holanda)

Não Há Coincidências

de Margarida Rebelo Pinto

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897241611
Editor: Clube do Autor
Data de Lançamento: maio de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 156 x 235 x 18 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 276
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789897241611

Um dos mais interessantes da Margarida

L.M.S

Mais maduro e consistente que o anterior "Sei Lá", este livro transporta-nos para a realidade de mulheres (e homens) na casa dos 30 e dos 40. Os seus amores, paixões, desencontros, medos, ambições, no fundo, toda a paleta de cores das nossas vivências do dia-a-dia. A escrita é deliciosamente cativante, por vezes sarcástica, mas sempre certeira no que toca à interioridade das personagens. Confirma-nos que as coincidências na vida são muito mais do que isso. Foi dos livros da Margarida de que mais gostei.

Boa leitura

Rosa Clara Rocha

Leitura interessante que nos prende até ao fim. Como sempre a escritora escreve forma a cativar a nossa atenção.

Livro não há coincidências

Sandra Soares

Muito bom e muito interessante

SOBRE O AUTOR

Margarida Rebelo Pinto

Sempre quis ser escritora. Aos oito anos, uma febre reumática obrigou-a a algum isolamento, o que acentuou o seu lado sonhador e romântico, ajudando-a a desenvolver a resiliência necessária para abraçar o caminho solitário da escrita.
Estreou-se na imprensa aos 22 anos, no lendário Independente, como cronista, um dos seus géneros de eleição. Ao longo das últimas três décadas, tem mantido uma presença regular na imprensa escrita e na televisão, enquanto cronista, ficcionista e comentadora. Nunca se cansa de escrever e de falar sobre relações, amor e sexo.
Tinha 33 anos quando lançou Sei Lá, um enorme sucesso que deu origem a um filme com o mesmo nome. A sua obra literária inclui trinta livros publicados, nos quais explora o género epistolar, a literatura infantil, o romance histórico e o romance urbano contemporâneo. Vários dos seus livros foram traduzidos, conquistando leitores na Europa, no Brasil e restante América Latina. Escreve todas as manhãs, exceto aos fins-de-semana. Nos intervalos da vida, dedica-se à poesia, que partilha nas redes sociais.

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