Nadir Afonso - Arte Estética e Teoria
SINOPSE
Admiração que se sintetiza, nomeadamente, em duas realidades: a que faz com que reconheçamos a sua decisiva contribuição no âmbito do grupo "Os Independentes" (grupo fundamental para a construção da modernidade da segunda metade do século XX em Portugal), e a que resulta de um pensamento verdadeiramente singular, e que mais não é do que o profundo questionamento a propósito do sentido e da função da arte (acção persistente de uma problematização tanto teórica como prática da arte). A este propósito, ainda, Nadir Afonso desenvolveu, já, uma obra teórica de excepcional relevância. Obra teórica que se liga à sua produção enquanto pintor e que se integra num ideário mais universal. Com efeito, Nadir Afonso não deixa de ser um figura controversa, na medida em que o seu pensamento não é de natureza convencional. De facto, Nadir não tem sido devidamente compreendido pela comunidade artística e académica do país. Mas essa é a qualidade dos homens e dos artistas que pensam, e que com a sua decisiva contribuição acrescentam conhecimento novo ou obra nova. Nadir, controverso? Talvez. Contudo, determinante para a afirmação de uma consciência estética e ética excepcionais. Nadir Afonso propõe- -nos um privilégio: o de sabermos que podemos ser donos de um caminho novo e sempre diferente, de um caminho que deseja sublinhar, reiteradamente, o que é distintivo no homem face ao que o liga à Natureza, à Vida e ao Mundo.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789723612684 |
| Editor: | Edições Afrontamento |
| Data de Lançamento: | novembro de 2012 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 119 x 165 x 20 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 226 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Arte
>
Estilos e Influências
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| EAN: | 9789723612684 |
OPINIÃO DOS LEITORES
a continuidade de um estudo teórico cada vez mais sólido
Luís Filipe Salgado Pereira Rodrigues
Venho lendo os livros de António Quadros Ferreira, e este remete-me para algumas conclusões: António Quadros, ao falar de Nadir Anfonso, por vezes parece falar um pouco de si próprio; alguns conceitos já foram explorados, mas agora recontextualizados e mais clarificados; de uma forma geral, este ensaio explora conceitos e a relação do artista com a teoria, ora se autonomizando dela ora se complementando.
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