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Nada Menos que a Liberdade

de Américo Brás Carlos
Editor: Editora Minotauro, março de 2025 ‧
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A campanha eleitoral que em 1958 opôs Humberto Delgado a Américo Tomaz (ou melhor, a Salazar); o desvio de um avião da TAP (1961) e o assalto à delegação do Banco de Portugal da Figueira da Foz (1967), por Hermínio da Palma Inácio, Camilo Mortágua e outros companheiros, que viriam a juntar-se na LUAR - Liga de Unidade e Ação Revolucionária; e a destruição de postes de abastecimento de eletricidade a Lisboa no dia da tomada de posse de Américo Tomaz como Presidente da República (1972), pela ARA - Ação Revolucionária Armada, ligada ao Partido Comunista Português - eis os factos reais que sustentam o romance, uma história de intriga e de amor no contexto histórico do despontar da democracia.

Nada Menos que a Liberdade

de Américo Brás Carlos

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899204553
Editor: Editora Minotauro
Data de Lançamento: março de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 156 x 237 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 156
Tipo de produto: Livro
Coleção: Minotauro Ficção
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789899204553

O valor da Liberdade

Gualdino X

Neste seu último romance, Américo Brás Carlos dá vida a alguns acontecimentos que, embora ainda na memória de quem lhes é contemporâneo, tem deles um visão muito esbatida pelo tempo. É este o caso da relação de amizade entre o chefe da Igreja Católica em Portugal, à época do Estado Novo, o cardeal Manuel Cerejeira e o Presidente do Conselho de Ministros, como gostava de se designar, António de Oliveira Salazar. Com base na consulta de documentos históricos, o autor reconstituiu um diálogo verosímil entre estas personagens, fiéis às suas ideias e idiossincrasias, presos nos seus labirintos mentais, subordinados ambos a um sistema político de governação fechado, repressivo e sem possibilidades de evolução. Mas ao mesmo tempo revela-nos também, com uma sensibilidade e um realismo comoventes, alguns pedaços da vida de pessoas comuns naquela época e como algumas delas, insubmissas, incapazes de se conformar com a atmosfera opressiva em que viviam, se expunham aos desmandos perpetrados pela polícia política do regime.

SOBRE O AUTOR

Américo Brás Carlos

Américo Fernando Brás Carlos nasceu em 1952, em Azambuja. Foi técnico de manutenção industrial durante 13 anos e, pelo meio, cumpriu o serviço militar obrigatório em Angola. Lecionou na Faculdade de Direito de Lisboa, no ISCTE-IUL, no ISCTE Executive Education e na Universidade Politécnica de Moçambique, perfazendo cerca de 40 anos de docência universitária. Foi técnico e dirigente da administração fiscal portuguesa e consultor do Fundo Monetário Internacional, do Banco Mundial, da União Europeia e do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos da América.
É autor do livro Impostos – Teoria Geral (seis edições) e coordenador e coautor da obra Guia dos Impostos em Portugal (35 edições).
Na área da literatura, publicou os livros de poemas Adágio, Romanza e Grave (duas edições), As Flores Brancas do Frangipani, Pais e Filhos, Avós e Netos em Versos Discretos (literatura infantojuvenil) e O Bebedor de Tisanas. Publicou também o livro de investigação histórica A Greve Camponesa de 8 de maio de 1944 em Azambuja e Baixo Ribatejo, e o romance O Riso dos Dias.

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