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A Greve Camponesa de 8 de Maio de 1944 em Azambuja e Baixo Ribatejo

de Américo Brás Carlos

editor: Editora Guerra & Paz, outubro de 2019
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Como refere o Prof. Fernando Rosas no prefácio deste livro, «Américo Brás Carlos estuda a greve dos jornaleiros de Azambuja em 8 de Maio de 1944, fazendo-a preceder de uma síntese muito expressiva do que eram as condições de vida e de trabalho das trabalhadoras e trabalhadores rurais do Ribatejo durante a II Guerra Mundial». Era uma vida de dureza e injustiça hoje inimagináveis. Ao desemprego sazonal do Outono à Primavera e aos salários abaixo das condições de subsistência impostos pelo Governo, juntavam-se a subnutrição crónica e as longuíssimas jornadas de trabalho, de sol a sol, que, a partir de Abril/Maio, iam das seis horas da manhã às nove da noite, a que acresciam as necessárias para ir e vir a pé dos locais de trabalho, quase sempre muito distantes. Não obstante ter determinado a prisão de sete dos trabalhadores rurais grevistas pela polícia política e a sua permanência, por muitos meses, nos cárceres de Caxias, Aljube e Peniche, tinha pousado sobre aquela luta um esquecimento de 75 anos. Américo Brás Carlos conseguiu reconstituir aqueles factos, fazendo justiça à memória dos que, então, lutaram pela sua dignidade e por um futuro melhor.

A Greve Camponesa de 8 de Maio de 1944 em Azambuja e Baixo Ribatejo

de Américo Brás Carlos

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897025044
Editor: Editora Guerra & Paz
Data de Lançamento: outubro de 2019
Idioma: Português
Dimensões: 153 x 233 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 160
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > História > História de Portugal
EAN: 9789897025044
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Uma história que não pode ser esquecida

Gualdino Cruz

Uma escrita objetiva, concisa e rigorosa, que nos mostra, através da história de personagens reais, não só a extrema dureza das condições de vida em Portugal na época em que decorre a II Guerra Mundial, com o racionamento do pão e dos géneros, jornadas de trabalho intermináveis e baixos salários, mas que também nos permite conhecer de uma forma muito concreta o regime repressivo, obscuro e isolado do mundo que asfixiou o país durante muitas décadas.

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Um excelente livro

Alexandre Vicente

Um retrato detalhado das condições de vida dos trabalhadores do Ribatejo e uma justa homenagem a todos aqueles que tiveram a coragem de lutar, pelo seu futuro, contra o regime autoritário.

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Livro interessante

João Mouro

De leitura fácil e exposição de situações não conhecidas de comportamentos arbitrários do regime fascista

Américo Brás Carlos

Américo Fernando Brás Carlos nasceu em 1952, em Azambuja. Foi trabalhador fabril e técnico de manutenção industrial durante 13 anos. Pelo meio, cumpriu o serviço militar obrigatório em Angola. Lecionou na Faculdade de Direito de Lisboa, no ISCTE-IUL, no INDEG-ISCTE e na Universidade Politécnica de Moçambique, perfazendo cerca de 35 anos de docência universitária. Foi técnico e dirigente da administração fiscal portuguesa e consultor do Fundo Monetário Internacional, do Banco Mundial, da União Europeia, do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos da América e de algumas empresas de consultadoria, tendo exercido funções em Moçambique, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Angola e Cabo Verde. É autor do livro Impostos – Teoria Geral (cinco edições) e coordenador da obra Guia dos Impostos em Portugal (30 edições). Publicou os livros de poemas Adágio, Romanza e Grave (duas edições), As Flores Brancas do Frangipani e Pais e Filhos, Avós e Netos em Versos Discretos (literatura infantojuvenil).

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